SÃO PAULO - Não só garrafas de PET, geladeiras antigas e demais itens que podem ser reciclados devem ter seu descarte de forma correta. Redes de farmácia também estão em discussão com o governo para saber qual será a maneira correta e com menos custos para recolher medicamentos vencidos e demais itens que são comercializados pelas drogarias do País.



Empresas que atuam nesse segmento, como a Drogaria São Paulo e as farmácias do Grupo Pão de Açúcar, já têm medidas efetivas que contemplam a coleta de medicamentos, agulhas, seringas e demais itens perforucortantes que devem ser manuseados e descartados de forma diferenciada segundo as normas que já estão em vigor no País.



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Com o apoio da Eurofarma Laboratórios, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) e o Extra promovem desde o ano passado o projeto "Descarte Correto de Medicamentos". Em menos de um ano, ambas as redes já recolheram dos lixos domésticos mais de 1,7 toneladas de medicamentos.



Em nota enviada à reportagem do DCI, a rede informa que o conceito de sustentabilidade faz parte da estratégia da empresa. "Estamos na ponta das relações de consumo conectando clientes, produtos e serviços, e nosso objetivo é fazer isso sob bases sustentáveis, assegurando a perenidade dessas relações e a perpetuidade da empresa."



A rede arrecadou, por meio de seus programas de estimulo à reciclagem e adequação ao plano estipulado pelo governo, 57 mil toneladas de plástico, papelão, metal e vidro, entre outros itens cujo descarte será feito de forma correta.



A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), procurada pela reportagem do DCI, não soube informar sobre possíveis medidas em processo pelas farmácias associadas.



Também não havia nenhum porta-voz disponível para comentar o assunto até o fechamento desta matéria.