31/03/09 - 10:38 > INTERNACIONAL

Ban Ki-moon pede ação contra discriminação de mulheres


Agência Brasil
RIO DE JANEIRO - O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, disse, por meio de vídeo gravado para o Simpósio Global Engajando Homens e Meninos pela Eqüidade de Gênero, que a discriminação institucionalizada das mulheres não tem mais lugar no mundo de hoje. Segundo ele, tal mensagem precisa ser passada de alguns governos para outros.

O vídeo foi exibido nesta terça-feira (31), durante a abertura do evento, no Rio de Janeiro. "Ao redor do mundo, precisamos fazer um grande esforço. Homens e meninos precisam fazer sua parte. Homens precisam ensinar uns aos outros que homens de verdade não violentam ou oprimem mulheres. O lugar da mulher não é só na casa ou no campo, mas também em escolas e escritórios, por exemplo", afirmou.

O secretário-geral da ONU reconheceu, no entanto, que o quadro está mudando e que em alguns lugares do mundo em desenvolvimento cada vez mais meninas se matriculam em escolas, por exemplo.

O Simpósio Global Engajando Homens e Meninos pela Eqüidade de Gênero, organizado pelo Fundo de População da ONU (Unfpa) e por organizações não-governamentais, reúne 450 participantes de mais de 70 países, para discutir formas de envolver homens na luta contra a discriminação das mulheres. Ao final do evento, na sexta-feira (3), será redigido um documento a ser entregue a vários governos.

 


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Paulo Pereira
Serviço de Educação e Responsabilização para Homens Autores de Violência de Gênero
O SerH - Serviço de Educação e Responsabilização para Homens Autores de Violência de Gênero,foi lançado , ontem, 30 de abril de 2009, pela Secretaria de Ação Social e Prevenção da Violência (SEMASPV), da cidade de Nova Iguaçu (Estado do Rio de Janeiro - Baixada Fluminense), através do seu Secretário, o sociólogo, prof. Luiz Eduardo Soares e sua equipe. O evento contou com a presença da médica, drª Nilcéia Freire, Ministra chefe da Secretaria Especial de Políticas Públicas para as Mulheres (SPM), da Presidência da República e de três representantes das Organizações da Nações Unidas (ONU)e outras autoridades.
O SerH forma grupos de reflexivos de gênero, ajudando os homens agressores a questionar valores e idéias responsáveis por atos violentos e prevenir atitudes violentas no meio familiar.

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