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11/10/2017 - 00h00 | Atualizado em 16/10/2017 - 12h07

Estados recuam nos indicadores sociais

Centro-Oeste colhe resultados de soluções inovadoras em bloco

 

Apesar dos avanços em indicadores econômicos e sociais na última década, os estados brasileiros tiveram uma queda significativa de desempenho na execução das políticas públicas a partir de 2011 e um expressivo retrocesso no biênio 2014-2015, como reflexo da crise. Das 27 unidades da federação, 24 recuaram nas dimensões econômica e social em relação ao patamar exibido em 2014, como indica o estudo Desafios da Gestão Estadual, da consultoria Macroplan, que analisa a evolução dos estados em 28 indicadores de desenvolvimento econômico e social. Alguns estados, contudo, conseguiram responder melhor ao novo cenário.

 

Centro-Oeste inova com soluções em bloco

 

No Centro-Oeste, a aliança dos governos estaduais gera resultados positivos. Competitiva no agronegócio, a região tem a menor taxa de pobreza do País e o segundo maior PIB e renda per capita, além da segunda maior escolaridade média em anos de estudo."O Brasil passa por uma crise política e econômica. As soluções em bloco são uma saída inovadora que os estados do Brasil Central estão experimentando com sucesso", diz Gustavo Morelli, diretor da Macroplan. Entre 2005 e 2015, o Centro-Oeste teve o maior avanço do País no conjunto dos 28 indicadores.

 

Leitura no interior

 

Líder de mercado no ramo de livrarias em Minas Gerais, Centro-Oeste, Paraíba, Alagoas e Maranhão, a Livraria Leitura adotou uma política de expansão que a colocou entre as maiores redes do Brasil. A empresa abre sua 65ª loja na unidade do Partage Shopping Campina Grande (PB), que entrou ontem na terceira fase de expansão, um investimento de R$ 1,5 milhão e mais de 400m², incluindo as áreas infantil e de eventos. A Livraria Leitura é a 14ª operação do Partage no Nordeste, no formato megastore, oferecendo cerca de 30 mil itens.

 

Fatores decisivos para vencer na vida

 

Os brasileiros avaliam que os investimentos do governo em saúde e educação são decisivos para reduzir a pobreza no país. É o que mostra a pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira - Padrão de Vida, que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulga hoje, em Brasília. Conforme o levantamento,  82% concordam muito ou um pouco que o governo deve ajudar as pessoas a sair da pobreza e vencer na vida apenas fornecendo educação e saúde de qualidade para todos. E por meio de políticas públicas de Estado perenes, e não interrompidas a cada governo de plantão.

 

DCI entre os TOP 50 mais admirados

 

Dentre os TOP 50 do Prêmio Os +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças - 2017 estão os repórteres do jornal DCI Juliana Estigarríbia e Pedro Arbex, e esta editora. A lista dos TOP 50 resultou de dois turnos de votação junto a mais de 53 mil jornalistas e profissionais de comunicação corporativa de todo o País  e pode ser conhecida a partir de hoje no Portal dos Jornalistas do Jornalistas&Cia (www.portaldosjornalistas.com.br) e no canal de conteúdo da Maxpress (www.maxpress.com.br). A cerimônia de premiação será em 27 de novembro, em almoço em São Paulo.

 

Reforma do Código Comercial de Moçambique

José Romeu Amaral, sócio do JR Amaral Advogados, é o único consultor internacional convidado a participar de uma comissão de consultores formada pelo SPEED+ Program, DO Ministério da Indústria e Comércio de Moçambique, COM apoio financeiro da agência norte-americana de desenvolvimento internacional (USAID). Essa comissão tem por objetivo apresentar proposta de modernização do Código Comercial visando a melhoria do ambiente de negócios de Moçambique. "O projeto de reforma do Código Comercial de Moçambique tem como objetivo melhorar o ambiente de negócios no país e atrair capitais de empreendedores locais ou estrangeiros. Um dos motivadores do projeto é o interesse do país de melhorar sua colocação no Doing Business, ranking do Banco Mundial.

Reforma do Código Comercial do Brasil

Já o projeto que modifica o Código Comercial Brasileiro, em tramitação no Congresso, não traz de maneira evidente o que motivou essa reforma, diz José Romeu Amaral. "A nossa impressão é que não houve a mesma preocupação. O projeto nasceu na academia e retrocede em alguns pontos, como a volta da velha forma da sociedade irregular, quando não registrada na Junta Comercial. Esse conceito foi ultrapassado pelo Código Civil, que trouxe o modelo da sociedade em comum para resolver essa questão, em linha com a prática mercantil de países desenvolvidos. O contrato de sociedade é válido, seja ele escrito ou verbal, registrado ou não, e, portanto, regular", explica.

Homenagem a Stiglitz

 

O professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade Nacional de Buenos Aires, Rubén Stiglitz, receberá uma homenagem especial durante o VII Fórum de Direito do Seguro que acontecerá em São Paulo de 18 a 20 de outubro. Doutor em Direito pela Faculdade de Direito e Ciências Sociais da Universidade Nacional de Buenos Aires, Stiglitz é uma referência internacional na matéria. O evento, organizado pelo Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS), debaterá a primeira lei de contrato de seguro do País, que está em tramitação final no Senado.

 

Ciência para crianças

 

Com um espetáculo teatral interativo, cientistas levam crianças da rede pública de ensino a refletir sobre questões voltadas à sustentabilidade como um todo. Esta é a proposta do "Ciência Divertida - Por um Futuro Sustentável", realizado pela VR Projetos através da lei de incentivo à cultura (Lei Rouanet), com patrocínio da TEGMA, de 9 a 11 de outubro, em São Bernardo do Campo (SP). "O objetivo é ensinar o conceito de sustentabilidade, criando a consciência ambiental necessária para que as crianças possam ser agentes transformadores de sua comunidade, refletindo os conhecimentos adquiridos no cuidado com o meio ambiente", explica Renato Paixão, diretor da VR Projetos, que presta consultoria a empresas de todo Brasil na utilização dos recursos do imposto de renda junto às leis federais de incentivo.

 

Roupa limpa para Paraguai e Uruguai

 

A Lava e Leva está expandindo as fronteiras do Brasil. A empresa abrirá duas lavanderias no exterior, uma no Paraguai e outra no Uruguai, em 2018. A rede oferece uma alternativa para as pessoas que não conseguem pagar uma empregada doméstica ou diarista e precisam de uma solução para os cuidados das roupas. O cliente paga um valor fechado por mês e tem todas as suas roupas lavadas e passadas. A rede tem mais de 330 unidades no Brasil, o investimento inicial é de R$ 40 mil. A empresa, 100% brasileira, e possui mais de 330 lojas em todo o país.

 

 

 

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