Ayres Britto acredita que voto fatiado não vai abrir brechas à contestação

Política
patrocínio:

17/08/2012 - 17h35 Comentarios nesta notícia: 1

Ayres Britto acredita que voto fatiado não vai abrir brechas à contestação

RIO DE JANEIRO - O formato do julgamento gerou polêmica entre os ministros na sessão do STF da última quinta-feira

Agência Brasil

foto: Antônio Cruz/ABrAyres Britto acredita que voto fatiado não vai abrir brechas à contestação

Ayres Britto acredita que voto fatiado não vai abrir brechas à contestação

RIO DE JANEIRO – O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, disse nesta sexta-feira (17) não acreditar que a decisão de fatiar a votação do mensalão, proposta pelo relator do processo, Joaquim Barbosa, vá atrapalhar o rito ou abrir brechas jurídicas para futuras contestações.

"Acho que não", disse Britto aos jornalistas que o aguardavam na entrada do hotel onde se realiza o 1º Congresso Internacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPJ).

O formato do julgamento gerou polêmica entre os ministros na sessão do STF da última quinta-feira (16). Barbosa começou a apresentar seu voto, com relação à acusação que pesa sobre os réus do mensalão, na mesma sequência dos oito itens apresentados pela Procuradoria-Geral da República na denúncia. Para ele, seria melhor que os ministros votassem ao final de cada capítulo.

Já o ministro-revisor do processo, Ricardo Lewandowski, separou suas considerações segundo a conduta de cada réu e defendeu que cada ministro leia seu voto por inteiro. Mais cedo, em Brasília, Ayres Britto já havia avisado que a metodologia usada pelo plenário será a fatiada, conforme quer Barbosa.

Perguntado como ficaria a situação do ministro Cezar Peluso, que se aposenta compulsoriamente neste mês, Britto evitou comentar. "Só o andar da carruagem é que vai determinar", disse sobre a hipótese de Peluso não conseguir apresentar seu voto a tempo.

O presidente do Supremo minimizou as discussões mais acaloradas entre alguns ministros, em determinados momentos das sessões. "Tudo está bem. Tudo em paz", garantiu. Desde o início do julgamento da Ação Penal 470, pelo menos em duas ocasiões, Barbosa e Lewandowski divergiram sobre questões apresentadas por advogados de defesa dos réus e chegaram a discutir em tom mais elevado.

O processo do mensalão começou a ser julgado no dia 2 de agosto e a previsão inicial do próprio STF era que a tarefa levaria pelo menos um mês.



Seu e-mail não será divulgado.
Leia nossa política de privacidade.


Compartilhe sua opinião no site DCI e certifique-se que seu comentário está de acordo as Termos de uso do site.



Seu e-mail não será divulgado.
Leia nossa política de privacidade.


Compartilhe sua opinião no Portal DCI e certifique-se que seu comentário está de acordo as Termos de uso do site.

Cultura & Entretenimento

Entrevistas

Cadernos Especiais

Shopping

Versão eletrônica (23/07/2014)

Assine o jornal impresso e tenha acesso total a versão eletrônica. Conteúdo exclusivo para assinantes. Clique aqui e assine!

DCI no iPad, iPhone e Android

app-apple-store app-google-play
Veja mais: TVB Rádio Nova Brasil FM Rádio Central AM
Uma empresa das Organizações Sol Panamby

Fazer login no DCI






Não possui login? Faça seu cadastro gratuito!

Problemas para acessar?