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13/06/2017 - 16h31 | Atualizado em 13/06/2017 - 16h31

Empresa desenvolve curso de robótica para crianças com aplicação de metodologia de projetos

Programa Mind Makers tem como objetivo desenvolver o trabalho coletivo e programado em jovens de 7 a 13 anos

Curso de Ciência da Computação, Mind Makers, capacita crianças a criarem robôs e carrinhos eletrônicos por meio de projetos
Curso de Ciência da Computação, Mind Makers, capacita crianças a criarem robôs e carrinhos eletrônicos por meio de projetos
Foto: Divulgação

SÃO PAULO - Criação de robôs e carrinhos controlados pelo celular são alguns dos projetos realizados por alunos de 7 até 13 anos de idade do curso de ciência da computação Mind Makers.

Atualmente, a Mind Makers conta com, aproximadamente, 2.400 alunos, somando escolas e cursos. A empresa atua em São Paulo, Palmas (TO) e no Distrito Federal. A meta até o final de 2017 é expandir para outros locais por meio de franquias e também chegar 15 mil estudantes

O programa surgiu em 2016 na capital paulista e trabalha com as vertentes code, que ensina a parte teórica da computação, e maker, que foca na parte prática com a realização de projetos.

Esse método de ensino baseado em projetos incentiva os alunos a trabalharem com esquemas construídos a longo prazo e feitos em grupo, similar ao mercado de trabalho, segundo o olhar do Mind Makers.

Países como Inglaterra e Estados Unidos já trabalhavam com esse modelo de ensino, utilizando a ciência da computação, o que inspirou os fundadores a fazerem o mesmo.

A companhia foi fundada por quatro sócios, sendo três da área de educação e um de tecnologia. Eles acreditam que as escolas que priorizarem projetos tendem a ter mais resultados positivos do que as com o modelo mais "arcaico".

"Há dez anos, tudo era feito em prova tradicional, sendo escrita ou em testes. Hoje, acredito que a tendência é a realização de mais trabalhos e projetos", afirma o coordenador do curso de Bacharelado em Ciência da Computação da USP, Marco Gubitoso.

João Lacerda, um dos fundadores, está convicto de que as matérias voltadas à tecnologia serão obrigatórias nas escolas dentro de alguns anos.

"O intuito não é de influenciar as crianças a entrarem em profissões da área computacional, mas sim de dominarem o conteúdo, pois será importante para praticamente todas as profissões", enfatiza.

Para monetizar, a empresa cobra uma anuidade das escolas, de acordo com o número de alunos. Para quem quer se especializar ainda mais, a companhia oferece aulas em grupo no seu curso, cobrando uma mensalidade individual ao estudante.

 

Guilherme Souza

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