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Com o Governo lutando para sair do rombo, caiu na conta do Ministério de Ciência e Tecnologia o saldo negativo da malsucedida parceria entre o Brasil e a Ucrânia na Base de Alcântara (MA), oficializado por ambos os governos em 2003. Na lei promulgada nº 13.814, da última quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro determinou o fim da empresa binacional Alcântara Cyclone Space, que consumiu R$ 483 milhões e não lançou um foguete sequer. Para piorar, o governo do país europeu ainda quer compensações bilionárias pelo fim do acordo.

A parceria que foi para o espaço saiu pelas mãos do (agora detento) ex-presidente Lula da Silva, e com ingerência do aliado PSB, que controlou o conselho da binacional.

Na promulgação da lei que extinguiu a binacional, Bolsonaro determinou inventariar os bens da empresa, e também os custos, que serão pagos de acordo com o Orçamento.