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Após a aprovação com folga da Reforma da Previdência em primeiro turno, o presidente Jair Bolsonaro, o novo articulador político do Planalto, general Luiz Eduardo Ramos, e o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, vão tentar iniciar agosto com a base aliada consolidada na Câmara.

O general Ramos tem aberto o gabinete para líderes do Centrão (PSD, SD, PRB, PL, Progressistas, DEM). Onyx também mira os deputados do bloco que garantiu os votos para a aprovação. Somados os deputados de legendas que podem se alinhar, a base deverá contar com mais de 320 parlamentares. O que, nesta conta, garante ao Planalto pequena vantagem para aprovar PEC.

As conversas no primeiro semestre não avançaram. Quem salvou o Governo, angariando os mais de 100 votos do Centrão, foi Rodrigo Maia, presidente da Casa.