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O presidente Jair Bolsonaro, ministros e líderes na Câmara e no Senado reforçaram a articulação nos bastidores nos últimos dias para que mais partidos anunciem o fechamento de questão favorável à reforma da Previdência.

A intenção é que as legendas votem em bloco quando a proposta for analisada em dois turnos no plenário da Câmara. Além do PSL, partido de Bolsonaro, apenas o PSDB e o Novo fecharam questão para a votação, prevista para a segunda semana de julho.

Apesar dos três ministros no Governo Bolsonaro, o DEM - assim como legendas do Centrão -, permanece sem consenso e não deve votar em bloco, como insistem palacianos.

Acabou a farra

O texto da reforma da Previdência compra briga com o Judiciário. Põe fim à aposentadoria obrigatória remunerada para juízes e procuradores punidos por crimes ou irregularidades cometidos na função.

É um dos exemplos usados pelo relator da reforma na comissão especial, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), para reforçar que os pobres não pagarão a conta.