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A falta de energia é um risco permanente ao Brasil, e muito sério se a economia voltar a crescer. Esse fator, mais a ameaça de crises hídricas e sua influência negativa no potencial das hidrelétricas fazem com que as empresas busquem alternativas para um maior grau de independência.  Nesse contexto, ganha força a produção de energia de fontes renováveis e sustentáveis, caso da geração de vapor. "Tecnologia brasileira, até 40% mais barata,  21 vezes menos poluente e 100% renovável. Ao lado dos carros elétricos, o vapor é o futuro acontecendo agora. Geramos energia até mesmo da casca do coco", diz Roberto Zanella, CEO da Vapor Energia.



Empresa de SP investe R$ 200 milhões



A Vapor Energia, empresa brasileira com sede em São Paulo e clientes espalhados por diversas cidades no País, promete investir R$ 200 milhões em energia oriunda do vapor nos próximos cinco anos.  Os recursos do investimento são provenientes do Fundo de Private Equity DMI Group, que aposta prioritariamente em projetos e companhias em consonância com o que o mundo irá consumir nas próximas décadas, como energia renovável, por exemplo. "Vamos levar a Vapor Energia para todo o território brasileiro em conjunto com a internacionalização", diz Zanella.



'Futuro passa pela sustentabilidade'



O executivo da Vapor Energia argumenta que as empresas buscam uma energia mais barata, limpa, renovável e, principalmente, sem dependência direta da rede convencional. "O futuro do mundo dos negócios em todo o planeta passa pela sustentabilidade. A corporação que não acompanhar esta tendência irreversível sumirá do mercado", ressalta Marcos Henrique Costa, CEO da DMI Group. O processo de geração de energia a partir do vapor consiste na utilização de biomassa de origem vegetal cultivada ou de resíduos sólidos vegetais como a casca de coco, por exemplo.



Prioridade para depois



Nesta segunda (9), os presidentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes; do Senado,  Eunício Oliveira; e da Câmara, Rodrigo Maia,  participam do Seminário Reforma Política,  realizado pelo IDP São Paulo . Segundo o coordenador do IDP-SP, Alexandre Zavaglia Coelho, o seminário discutirá com profundidade trechos polêmicos do projeto em tramitação no Congresso Nacional. "O tema é prioritário para os rumos do país e merece abordagem técnica que subsidie o trabalho dos parlamentares", afirma.



Ourives, um sobrevivente



"A maior carência do setor de joalheria é por profissionais bem preparados, que dominem as técnicas de criação de joias e que consigam trabalhar com materiais diversificados, como prata, ouro e pedras", afirma Gregório Garcia, ourives há mais de 40 anos e instrutor em ateliês na cidade de São Paulo, onde também fabrica e comercializa peças de sua autoria. Designer, cravador (responsável por colocar a pedra na joia), fundidor (criador de moldes em cera) e polidor, o ourives é uma das poucas profissões que sobrevive às inovações tecnológicas.



Em queda no pregão



Na abertura do ibovespa de ontem, as ações do Banrisul - colocadas à venda pelo governo do Rio Grande do Sul, que manterá o controle acionário do banco - não foram muito bem recebidas. Leandro Ruschel, sócio-fundador do Grupo L&S, de empresas na área de investimento, acredita que essa primeira reação pode ser uma decepção do mercado, pois a alta dos últimos meses foi embalada pela expectativa de privatização completa. "Pelo valor de mercado e o share do Estado, podem levantar cerca de R$ 1 bilhão sem perder o controle", explica Ruschel. As ações caíram 10% logo na abertura.



Aumento de exames



Nos dois últimos anos, os planos de saúde perderam 2,5 milhões de beneficiários, principalmente, em razão da crise econômica. Esse movimento de perda não se sentiu na quantidade de exames complementares realizados, entre 2016 e 2015. No ano passado, cada beneficiário fazia, em média, 16,5 exames. Em 2015, essa proporção era de 15,0 - aumento de 6,7%. Para as operadoras, o medo de perder o emprego e ficar sem o plano de saúde (o coletivo empresarial responde por 66% dos vínculos) pode ter levado os beneficiários a procurarem mais atendimentos médicos, causando, por conseguinte, o aumento natural no número de exames realizados.  



Negócios de sucesso



Mais de 50 palestrantes nacionais e internacionais e mais de três mil participantes se encontram hoje, em São Paulo, na Rakuten EXPO 2017, evento que se consolidou como uma das referências para o e-commerce nacional. Um dos destaques é a palestra de Uri Levine, co-fundador do aplicativo Waze. Levine abordará o tema empreendedorismo e como criar um modelo de negócios de sucesso, contando detalhes sobre a sua própria trajetória, da criação à venda do app por mais de U$$ 1 bilhão. Também marcarão presença especialistas e formadores de opinião do mundo dos negócios e do e-commerce, como Mark Haviland (Rakuten Marketing), Maurício Salvador (ABComm), Luciana Batista (Bain & Company), Ricardo Sangion (Pinterest), Rodrigo Tavares (Expedia), Wilson Cimino (Dafiti) e Daniel Funis (Farfetch).





Tecnologias para impacto social





As formas como o uso de tecnologias exponenciais (dados públicos, inteligência artificial, internet das coisas) podem ser utilizados para gerar impacto social e estimular novos empreendedores serão o centro do debate do Festival Social Good Brasil, que traz ao país especialistas como Andrew Means, fundador do movimento internacional Data Analysts for Social Good, e Jeremy Kirshbaum, do Institute for The Future. O encontro será nos dias 27 e 28 de outubro, em Florianópolis (SC), sede do Social Good Brasil, organização que inspira, conecta e apoia indivíduos e organizações para o uso das tecnologias e do comportamento inovador para a solução de problemas da sociedade. Em cinco edições, o Social Good Brasil reuniu aproximadamente 6.000 pessoas presenciais e mais de 35.000 pessoas online em todo o mundo.