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Apesar de a Lava Jato – que teria revelado o maior esquema de corrupção da história mundial, segundo o FBI, a “Polícia Federal” dos EUA –, do afastamento controverso de uma presidente da República (Dilma Rousseff), da condenação e prisão do ex-presidente da República mais bem avaliado da história recente do País (Luiz Inácio Lula da Silva) e de grandes empresários e políticos de vários partidos, as eleições de outubro próximo não devem ser muito diferente das anteriores. Pelo menos no que diz respeito à renovação nos quadros políticos eleitos para governar o País e os estados, e legislar no Congresso e Assembleias Legislativas.

Questão só de demanda, não de oferta

A disputa para a Presidência da República deve ficar mesmo restrita aos dois partidos que se revezam no poder há décadas: o PT e o PSDB. A avaliação é do cientista político e sociólogo Alberto Carlos Almeida, autor do best seller “A cabeça do brasileiro” e sócio do instituto Brasilis. “É uma questão de demanda, não de oferta. Existe forte desejo dos eleitores por renovação na política, mas não existe oferta”, enfatizou ontem, durante exposição à imprensa sobre a elaboração das pesquisas eleitorais e de opinião.

PT e PSDB têm estrutura e máquina

Segundo o cientista político e sociólogo, depois da desistência de João Doria, Joaquim Barbosa e Luciano Huck, a disputa na corrida presidencial “será entre o voto vermelho e o voto azul”, referindo-se ao PT e ao PSDB e seu respectivo arco de alianças possíveis. Ele baseia sua previsão em vários fatores, a começar pelo tamanho da máquina administrativa que os dois têm em mãos atualmente. PT e PSDB governam cinco estados [considerando São Paulo agora governado pelo PSB], com colégios eleitorais praticamente equivalentes em número.

Os outros têm apenas declarações

“Marina Silva, Ciro Gomes e Jair Bolsonaro têm apenas declarações sobre programas de governo, já os candidatos do PT e do PSDB possuem administrações nas esferas federal, estaduais e municipais para apresentar, bem como a avaliação do eleitorado sobre essas gestões”, afirma o especialista. Além de serem as legendas partidárias com maior estruturadas no País, com acesso a verbas do Fundo Partidário e tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na tv, PT e PSDB estão obrigados a um teto de autofinanciamento de campanha por parte do presidenciável.

Três a quatro nomes para substituir Lula

A nova lei impõe limite de R$ 70 milhões no primeiro turno, e metade deste valor no segundo turno, se houver, na campanha presidencial, de dinheiro próprio dos candidatos ao Planalto. Como esta será a primeira campanha sem a doação de empresas, o teto de autofinanciamento é relevante. Ainda de acordo com Carlos Almeida, o impedimento da candidatura do ex-presidente Lula, primeiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, não deve enfraquecer o PT. “Qual outro partido tem três a quatro potenciais candidatos para lançar a qualquer momento? Só o PT”, diz.

Os outros têm apenas declarações

“Marina Silva, Ciro Gomes e Jair Bolsonaro têm apenas declarações sobre programas de governo, já os candidatos do PT e do PSDB possuem administrações nas esferas federal, estaduais e municipais para apresentar, bem como a avaliação do eleitorado sobre essas gestões”, afirma o especialista. Além de serem as legendas partidárias com maior estruturadas no País, com acesso a verbas do Fundo Partidário e tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na tv, PT e PSDB estão obrigados a um teto de autofinanciamento de campanha por parte do presidenciável.

Três a quatro nomes para substituir Lula

A nova lei impõe limite de R$ 70 milhões no primeiro turno, e metade deste valor no segundo turno, se houver, na campanha presidencial, de dinheiro próprio dos candidatos ao Planalto. Como esta será a primeira campanha sem a doação de empresas, o teto de autofinanciamento é relevante. Ainda de acordo com Carlos Almeida, o impedimento da candidatura do ex-presidente Lula, primeiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, não deve enfraquecer o PT. “Qual outro partido tem três a quatro potenciais candidatos para lançar a qualquer momento? Só o PT”, diz.

Segurança no trabalho

Orientações de segurança e saúde no trabalho para o setor de panificação estão na série de vídeos 100% Seguro que o Serviço Social da Indústria (SESI)  lança neste mês, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (ABIP). São 50 vídeos voltados para os  trabalhadores do segmento,  que estarão disponíveis gratuitamente no canal do SESI no Youtube (https://www.youtube.com/user/sesi). O objetivo é sensibilizar trabalhadores e gestores sobre a importância dos cuidados individuais e coletivos com a segurança e saúde no ambiente laboral e  contribuir para os treinamentos obrigatórios nas empresas. “Ambiente seguros e saudáveis oferecem ao trabalhador condições adequadas para a realização de suas tarefas diárias e, dessa forma, favorecem a produtividade. Todos devem fazer a sua parte para isso”, destaca o diretor de Operações do SESI, Paulo Mól.

Seis anos do Código Florestal

A Agroicone, empresa de pesquisas e estudos voltadas ao desenvolvimento de uma agricultura sustentável, acaba de lançar o minidocumentário “O presente e o futuro da agropecuária e do Código Florestal no Brasil”. Produzido a partir do Projeto Iniciativa para o Uso da Terra, discute, propaga e incentiva a implementação da Lei de Proteção da Vegetação Nativa (12.651/2012), a partir de três temas centrais: o panorama da produção e conservação no Brasil; os desafios para implementar o Código Florestal; e o futuro que queremos: florestas gerando valor para a agricultura. O material conta com a opinião de representantes das cadeias de soja, cana-de-açúcar, florestas plantadas e pecuária e está disponível no site www.inputbrasil.org. Promulgado em 2012, o Código Florestal é uma lei polêmica até hoje, com prós e contras defendidos por produtores rurais, lideranças políticas e movimentos ambientalistas.

Aula e técnicas de vendas

Autor de 36 livros traduzidos para 36 línguas e filho do lendário Zig Ziglar – este considerado o maior influenciador de vendas diretas dos Estados Unidos -, Tom Ziglar, virá ao Brasil dias 26 e 27, participar do evento de network e negócios “Mastery by Rafa Prado”, na cidade de São Paulo. Será a primeira vez que um representante da Ziglar Team dará uma master class focada em técnicas de vendas para empresários. O evento, comandado pelo mentor de novos empreendedores, Rafa Prado, também vai receber o “shark” Kevin Harrington, empresário americano que apareceu na série de televisão “Shark Tank”. “É a minha quarta visita ao Brasil e tenho sempre momentos incríveis. Sempre falo sobre empreendedorismo e construir negócios, mas, desta vez, falaremos de Zig Ziglar com a master class ‘Segredos de Fechamentos de Vendas’”, diz Harrington.

Liliana Lavoratti é editora de fechamento

liliana@dci.com.br