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A julgar pela irritação do ministro da Economia, Paulo Guedes, na sexta-feira (14), com o parecer apresentado na véspera pelo relator Samuel Moreira (PSDB-SP) – “os deputados abortaram a reforma da Previdência”, esbravejou –, foram uma derrota e tanto para o governo as mudanças feitas na proposta na Câmara até agora. Foi a quarta derrota na semana, somando com a criminalização da homofobia pelo Supremo Tribunal Federal; derrubada, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara do decreto que facilita o porte de armas e a suspensão, no STF, de parte do decreto do presidente que extingue conselhos da administração pública.

Novas alterações em alguns anos

Guedes chegou afirmar que, se a estimativa de economia com a reforma da Previdência ficar em R$ 860 bilhões ao longo de dez anos, como calculou o relator, será necessária outra reforma daqui a cinco ou seis anos. O governo foi contrariado na reforma da Previdência com a retirada de Estados e municípios, aposentadoria rural e benefícios assistenciais a idosos da proposta, reduzindo a economia da mudança nas regras. Mas, neste caso, a "derrota" foi vista como caminho para a aprovação da proposta, como ressaltou, também na sexta-feira, o presidente Bolsonaro.

Risco de não aprovar as mudanças

Em evento com jornalistas, Bolsonaro afirmou que confia na aprovação da reforma da Previdência pelo Congresso, e que considera natural ceder para conseguir apoio ao texto, dizendo que se "forçar a barra" há um risco de não aprovar a proposta. Essa postura do presidente, que destoa da ira do ministro da Economia, no fundo, esconde uma questão que vem perpassando o atual governo, desde que foi eleito: a relação com a Câmara dos Deputados e o Senado Federal e a falta de articulação do Planalto. Congressistas estão tocando a reforma, mas do jeito deles.

Oi investe mais de R$ 39,1 milhões...

A Oi investiu mais de R$ 39,1 milhões em São Paulo no primeiro trimestre de 2019, avanço de 86% em relação ao mesmo período de 2018. A operadora oferece cobertura 4G em 106 cidades paulistas e planeja investir R$ 7 bilhões por ano até 2020, em todo o país, com foco na expansão de seu serviço de banda larga de fibra de alta velocidade (FTTH) e na rede 4G e 4,5G. Ao final de março, com o projeto de expansão de fibra de alta velocidade, a empresa alcançou 1,7 milhão de casas, com 145 mil clientes de fibra conectados, com taxa de ocupação de 8,7% das casas.

... em São Paulo no 1º trimestre de 2019

Pelo terceiro mês seguido, desde que começou a fazer parte do índice do Netflix, a banda larga Oi Fibra ficou em primeiro lugar na medição de velocidade de internet, indicando melhora da qualidade do serviço da companhia. O Oi Fibra oferece internet de até 200 Mega, por meio de FTTH. Com essa capacidade, o serviço possibilita a melhor experiência no consumo de diferentes tipos de conteúdo, como streaming de vídeos e jogos eletrônicos, através de diversas plataformas. O Oi Fibra permite acesso de clientes aos serviços da Oi de TV por internet (IPTV) e de VoIP.

Aluguel de carregadores portáteis

A Brezze Brasil vai alugar carregadores portáveis para carga de smartphones. (Foto: Divulgação)

Chega ao Brasil uma solução que irá acabar com uma  dor de cabeça dos viciados em conexão: a falta de carga nos dispositivos móveis. Com ela não será mais necessário procurar desesperadamente tomadas nem andar com cabos, carregadores ou power bank a tira colo. A novidade, que será lançada pela startup Brezze Brasil, visa disponibilizar carregadores portáteis alugáveis para carga de smartphones, além de tablets e notebooks, em diferentes pontos da cidade de São Paulo inicialmente. A primeira apresentação do produto ao público brasileiro acontecerá nesta terça-feira (18), durante o China Innovation Day, realizado pela StartSe, em São Paulo. “Se olharmos para as necessidades atuais de uma pessoa, com certeza, estará presente o seu dispositivo móvel, com a bateria carregada e um local com WiFi. Além disso, os carregadores portáteis alugáveis vão ao encontro de um conceito primordial das pessoas de ir e vir com mobilidade, agilidade e segurança”, aponta Elizeu Quintana, um dos fundadores da Brezze Brasil.

Sicoob é pioneiro no Blockchain (I)

Anunciada durante o maior evento de tecnologia de automação bancária e de serviços financeiros da América Latina, o Ciab, que ocorreu entre os dias 11 e 13 de junho em São Paulo, a Rede Blockchain do Sistema Financeiro Nacional (RBSFN), conecta as principais instituições financeiras do Brasil por meio da tecnologia Blockchain. A experiência com a tecnologia Blockchain tem demonstrado ganhos de eficiência e aumento da segurança na realização de transações nas diferentes indústrias onde vem sendo utilizada. Diante deste cenário o Sicoob decidiu ainda em 2016 iniciar seus primeiros estudos sobre o assunto.

Sicoob é pioneiro no Blockchain (II)

Em parceria com outras grandes instituições financeiras nacionais o Sicoob criou em 2017 a sua primeira iniciativa com a tecnologia. Intitulado de Sistema Financeiro Digital (SFD) conecta datacenters dos participantes e permitiu em 14 de novembro 2018 realizar a primeira transferência em tempo real de valores entre as instituições financeiras por meio da tecnologia Blockchain. “A experiência com o SFD tem sido muito rica. Estamos seguros do poder disruptivo da tecnologia para o Sistema Financeiro Nacional.” afirma Márcio Alexandre de Macedo Rodrigues, Superintendente de Governança de TI, Segurança e Inovação do Sicoob Confederação. O conhecimento adquirido ao longo do projeto SFD permitiu ao Sicoob ser uma das primeiras instituições a entrar no RBSFN. “Não temos dúvidas que as principais inovações dos serviços financeiros no Brasil passarão por essa nova rede anunciada no Ciab.” comentou Antônio Vilaça Júnior Diretor de Tecnologia da Informação do Sicoob Confederação.

 Zonas de oportunidade

A Driftwood Acquisitions & Development, empresa de investimento especializada na aquisição, desenvolvimento e administração de hotéis nos EUA – lançou seu primeiro Fundo de Zona de Oportunidade, com meta de captar US$ 50 milhões. A empresa prevê dois investimentos para o fundo: o desenvolvimento de um hotel da marca Hilton em Fort Lauderdale, na Flórida, e o retrofit de um edifício comercial em Wilmington, no estado de Delaware, convertendo o imóvel em um hotel da marca InterContinental (IHG). O incentivo das Zonas de Oportunidade é uma nova ferramenta criada pelo Congresso dos EUA para incentivar investimentos de longo prazo em comunidades urbanas e rurais de baixa renda. Estas áreas oferecem um grande incentivo fiscal para investidores reinvestirem seus ganhos de capital em Fundos dedicados a Zonas de Oportunidade. De acordo com Andre Salles, diretor de investimentos da empresa, este tema é muito relevante para investidores brasileiros que tenham apurado ganhos de capital em investimentos nos EUA, como a venda de um imóvel ou de ações negociadas no Dow Jones, por exemplo.

Só para ricos

Hoje, a Link International Realty apresenta em São Paulo as novidades no setor imobiliário residencial de alto padrão nos EUA. A Link foi fundada em 2013 e conta com profissionais há mais de 15 anos especialistas no Brasil. Atualmente, é a empresa que mais vende e aluga imóveis para brasileiros em Palm Beach County, especialmente em Boca Raton e Delray Beach, de acordo com a própria empresa. No grupo de negócios da Link participam 19 corretores de várias nacionalidades diferentes e licenciados pelo estado da Florida. As casas variam de 250 a 2.500m2 de área construída e infraestrutura completa em algumas localizações, similar a um Resort 5 estrelas, com escolas, supermercados, parques, bar, lounge, restaurante, academias, saunas, quadras, piscinas, Shoppings, etc.

Homenagem a Dominguinhos

Com meio século de carreira, Eliana Pittman é uma das cantoras do show em homenagem a Dominguinhos. (Foto: Luan Cardoso)

Em homenagem a Dominguinhos (1941 - 2013), Eliana Pittman, Flávia Bittencourt e Marcelo Jeneci apresentam pela primeira vez o show “Viva Dominguinhos!” no dia 24 de junho no Sesc Carmo. Os artistas interpretam os sucessos do homenageado, como “Eu só quero um xodó”, “Tenho sede”, “Gostoso demais”, “Isso aqui tá muito bom”, “Lamento sertanejo” e “Quem me levará sou eu”. A direção musical é do violonista e guitarrista Joan Barros, que participou também do projeto100 anos de Gonzagão, como arranjador e músico. A cantora maranhense Flávia Bittencourt tem 10 anos de carreira, três discos lançados e dois DVDs. Já Marcelo Jeneci, referência da nova geração da música popular brasileira, como artista que canta, compõe e toca diversos instrumentos, especialmente o acordeom, tem em Dominguinhos uma grande influência. Com mais de 50 anos de carreira, a carioca Eliana Pittman canta carimbó, jazz e sambalanço.

 

Liliana Lavoratti é editora de Fechamento - liliana@dci.com.br