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Carol Paiffer, 31 anos, milionária aos 23 anos e uma das quatro mulheres presidentes de empresas listadas na B3, transformou sua trajetória de sucesso em negócio, transmitindo o que aprendeu no mundo dos investimentos financeiros a pessoas comuns –jovens, mulheres e até crianças do Brasil e outros países. “É um absurdo termos mais brasileiros presidiários que aplicando na Bolsa”, dispara Paiffer, CEO da ATOM Participações S.A., uma Mesa Proprietária, da qual divide a sociedade com seu irmão, Joaquim Paiffer, 33 anos, parceiro desde o começo, em 2005. Objetivo é viabilizar a profissão day trader , ainda pouco conhecida por aqui.

Educação financeira sem tabu

“Educação financeira no Brasil ainda é um tabu. De maneira geral, as pessoas pouco ou nada conhecem sobre como lidar com seu dinheiro e a situação fica ainda mais grave quando se fala em investimento”, ressalta a CEO. Identificando essa necessidade do mercado, a ATOM desenvolveu uma área educacional que acredita ser revolucionária, por criar oportunidade para quem tem interesse em mudar de área de atuação, profissão ou mesmo diversificar fontes de renda. No processo, um simulador de operação é disponibilizado aos alunos durante o processo.

Dinheiro anda junto com liberdade

Para isso, os sócios desenvolveram uma plataforma exclusiva que fornece ao trader iniciante educação financeira, infraestrutura e capital da própria empresa, sem precisar aportar o próprio dinheiro ou sujeitá-lo a riscos por falta de conhecimento técnico. “Queremos democratizar o acesso à educação financeira. Acreditamos que quanto mais as pessoas conhecerem sobre dinheiro e investimentos, mais liberdade terão, inclusive trabalhando de qualquer lugar do mundo, flexibilizando seus horários e gerando novas oportunidades para si e para os que estão ao seu redor.”

20 mil alunos treinados

Cerca de 20 mil alunos já passaram pela formação da plataforma da ATOM, dos quais 500 foram selecionados para atuarem diretamente como day traders da ATOM Traders, que tem gestão de Joaquim. Desses 500, apenas 5% são mulheres. “Financiamos traders para operar o nosso capital, de cerca de R$ 12 milhões na ATOM, sem risco para eles. O trader começa recebendo 40% dos lucros e pode chegar até 80% conforme mostra consistência. Quanto mais apresenta resultado, mais capital tem disponível para operar”, explica a CEO. “Aos poucos, vamos quebrando o tabu”, completa.

Sorte não, estratégia

Convencida, pelo próprio caminho que trilhou, que “day trade não é sorte, é estratégia, é como um jogo de xadrez: quanto mais você estuda, melhor é seu desempenho”, a ATOM decidiu que a empresa não poderia ficar limitada a uma unidade e aos meios digitais. Foi quando a empresa decidiu levar mais longe a metodologia desenvolvida, por meio das franquias. A ATOM Educacional tem franquias em São Paulo, Ceará, Tocantins, Porto Alegre e Sergipe e irá inaugurar novas unidades em Goiás e Manaus nos próximos meses. A meta é chegar a 200 em dois anos.

American dream ...

Pedro Drummond, advogado licenciado no Brasil e EUA especialista em processos imigratórios: Melhor visto é o que se enquadra nos planos e realidade de cada um. (Foto: Divulgação)

O número de brasileiros que fizeram a mala e foram em definitivo morar nos Estados Unidos cresceu 27% de 2017 para 2018. A informação é do Consulado Americano e comprova que o American dream continua vivo para muitos brasileiros. Em 2018, foram 4.300 vistos imigratórios concedidos contra 3.366 em 2017. Além de preferências familiares, há um aumento do interesse de pessoas graduadas em ensino superior a deixarem o Brasil em busca de melhores oportunidades de emprego e estudo acadêmico. “Conhecemos esse movimento como ‘fuga de cérebros’, emigração em massa de indivíduos com altas aptidões técnicas e acadêmicas que buscam outros países para desenvolvimento profissional”, explica Pedro Drummond, advogado licenciado no Brasil e EUA especialista em processos imigratórios.

...no imaginário dos brasileiros

Parte desse fenômeno se deve à crise econômica dos últimos anos, aos níveis de criminalidade e inseguranças nas grandes cidades, bem como aos cortes na educação e no número de bolsas de pesquisa no Brasil. Pedro Drummond esclarece que existem diversas modalidades de visto para estudar e trabalhar nos Estados Unidos, mas é preciso analisar corretamente qual se encaixa melhor em cada caso. “Não existe visto mais fácil ou mais rápido de tirar. Existe visto que se enquadra melhor nos planos e na realidade de cada indivíduo, por isso a importância de um advogado habilitado em ambos países para auxiliar nessa análise e decisão”, pontua.

Fora do desinvestimento (I)

“A estratégia da empresa de desinvestir nas refinarias é bem avaliada pelo mercado financeiro, pois ela conseguirá focar em negócios mais rentáveis, reduzindo o nível de endividamento da empresa e aumentando as margens de lucro e rentabilidade”, comentou o economista Gustavo Neves, da Plátano Investimentos, de São José dos Campos (SP).  Nesta etapa de desinvestimento da Petrobras, ficará fora a Refinaria Henrique Lage, de São José dos Campos, no interior paulista – a terceira maior do país e que abastece 80% da demanda de querosene de aviação no mercado paulista – permanecerá fora da estratégia de desinvestimento da companhia. Um dos motivos é a localização na mesma cidade que possui a principal indústria aeronáutica do país, a Embraer, e também por estar próxima ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, abastecido pela refinaria.

Fora do desinvestimento (II)

As unidades negociadas são: Abreu e Lima, em Pernambuco, Landulpho Alves na Bahia, Getúlio Vargas no Paraná e Alberto Pasqualini no Rio Grande do Sul. Paralelamente, a Caixa Econômica Federal ofertou ações da estatal por um período de reserva. “O mercado financeiro, de maneira geral, acompanha com otimismo esse movimento. É o momento do investidor avaliar a entrada no mercado de renda variável, já que estamos em um cenário único da história, com projeção de queda da taxa de juros e inflação, alinhada à uma excelente performance do Ibovespa”, observou Paulo Naressi, sócio da Plátano Investimentos.

Reinvenção da escultura

Obra de Laura Vinci, uma das artistas que exploram a geometria. (Foto: Divulgação)

Escultores contemporâneos têm se apropriado das mais diversas práticas escultóricas para representar tanto figuras humanas, quanto formas geométricas. Do conjunto diversificado de práticas, coloca-se em dúvida a validade atual do termo "escultura", ao se preferir a noção mais ampla de "tridimensional". Essa é a reflexão proposta pela exposição “Do volume e do espaço: modos de fazer”, coletiva em cartaz de 27 de julho a 13 de outubro, na Casa de Cultura do Parque, na capital paulista. A mostra tem texto de apresentação de Ana Avelar e reúne trabalhos dos artistas brasileiros Alexandre da Cunha, Claudio Cretti, Edgar de Souza,Eduardo Frota, Felipe Cohen, Flávio Cerqueira, Ivens Machado, José Rezende, Laura Vinci, Nino Cais, Pablo Reinoso, Ricardo Becker, Rodrigo Cardoso e Tatiana Blass.

 

Liliana Lavoratti é editora de Fechamento - liliana@dci.com.br