Indústria: AGK instala em Lorena sua primeira fábrica na América Latina

SÃO PAULO – O grupo alemão AKG anunciou ontem que vai instalar sua primeira fábrica da América Latina no município de Lorena, a 190 km da capital paulista, para produzir trocadores de calor

SÃO PAULO – Gigante da indústria de ar-condicionado, o  grupo alemão AKG anunciou ontem que vai instalar sua primeira fábrica da América Latina no município de Lorena, a 190 km da capital paulista, para produzir trocadores de calor e sistemas de arrefecimento. A decisão de investir na América do Sul faz parte do projeto de expansão da presença global do Grupo AKG e de sua estratégia de produzir na região para a região. “Temos o prazer de anunciar que, com a aquisição do terreno de 50 mil m² em Lorena, o projeto de instalação de nossa 14ª fábrica foi iniciado”, destacou o presidente da AKG, Hartwig Pietzcker.

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O projeto, que prevê a geração de até 150 novos empregos durante os próximos cinco anos, está sendo assessorado pela Investe São Paulo, agência de promoção de investimentos vinculada à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação. “Atendemos a AKG por meio da Prefeitura de Lorena, que é uma excelente parceira. Estamos apoiando a empresa nas questões ambientais e no contato com a Desenvolve SP”, explicou o presidente da Investe SP, Luciano Almeida. O projeto da nova fábrica prevê a construção de uma planta com aproximadamente cinco mil m², além de um prédio administrativo. Atualmente, um galpão industrial com cerca de 600 m² será usado como base para a instalação inicial da empresa, que atenderá as necessidades dos clientes a curto prazo. Segundo Pietzcker, o Brasil, economicamente e politicamente estável, é o principal mercado e a localização ideal para a primeira fábrica da AKG no Hemisfério Sul.

A necessidade de conteúdo nacional para baratear os produtos também influenciou na decisão. “Lorena está localizada no estado com a melhor infraestrutura, além de próxima a um grande número de nossos clientes. Também recebemos incentivos econômicos e um ótimo apoio da prefeitura”, explica o diretor da AKG do Brasil, Tobias Schaefer. A empresa vai produzir e comercializar trocadores de calor feitos em alumínio e sistemas de arrefecimento com peças complementares tais como defletores/carcaças, grades de proteção, ventiladores/hélices e motores. A ideia é que a fábrica brasileira opere como uma unidade de produção autônoma para atender os mercados brasileiro e sul-americano. Player enorme na indústria de ar-condicionado, o Grupo alemão AKG emprega 2,5 mil pessoas. São 13 unidades de negócio, sendo cinco na Alemanha, duas nos EUA e uma na China, França, Grã-Bretanha, Índia, Letónia e Turquia, que operam 24 horas por dia.

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