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Até agosto de 2020 a capital paulista ganhará cerca de 150 mil papeleiras. As instalações das novas lixeiras começaram em junho deste ano, após o início do contrato com os novos consórcios. Ao longo dos 36 meses de acordo serão investidos R$ 2,3 bilhões.

A Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb) iniciou o desenvolvimento do editorial para essa nova licitação em meados de 2017, no entanto, enfrentou dificuldades para conseguir a sua aprovação, que só se concretizou nos primeiros meses deste ano.

A cidade de São Paulo foi subdividida com as chegadas dos consórcios. São seis macrorregiões, uma para cada empresa, no qual os responsáveis cuidam da sua limpeza e manutenção. Os serviços incluem as instalações das novas lixeiras, varrição, retirada de entulho, limpeza de bueiro, operação de ecopontos e pátios de compostagem, entre outros.

O novo contrato fixou um valor mensal de R$ 66 milhões, uma redução de 22,3% em relação ao tratado anterior. A economia global durante os três anos de acordo será de R$ 684 milhões, segundo estima a Amlurb.

“Nós reduzimos o nosso orçamento, que é menor que no início da administração Bruno Covas. A Amlurb não se beneficia com esse valor economizado, o prefeito que escolherá a melhor maneira de utilizar esse dinheiro”, explica o diretor de serviços da Amlurb, Evaldo Azevedo.

Conscientização

“Nós contamos com o apoio da população para ajudar a preservar o patrimônio público. É importante que as pessoas não sujem as ruas, que elas segurem o lixinho até a lixeira mais próxima”, enfatiza Azevedo. Ele ainda acrescenta que as pessoas que possuírem dúvidas a respeito dos horários de coletas, de como reciclar o lixo corretamente, ou da frequência semanal , entrem no site do Recicla Sampa, para acessarem essas informações.

Em casos de vandalismo a infração prevista na Lei 10.328/1.987, autua o cidadão que danifica ou destrói, no topo ou em parte, cercas, tampas de bueiros, abrigos, muros, marcos ou equipamentos urbanos do município, no valor de R$ 325,66.