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O governador João Doria anunciou na última semana o pagamento do bônus por merecimento a 205.832 mil professores e servidores da Secretaria da Educação do Estado e do Centro Paula Souza (CPS). O valor a ser pago é de R$ 557,4 milhões, segundo o governo.

Para a educação, o valor total é de R$ 425,4 milhões de pagamento de bônus por mérito a 187.655 mil professores e servidores da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.

Deste total, a maioria (152.194) é de servidores do magistério e receberá R$ 375,5 milhões. O benefício é calculado a partir das notas do Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo (Idesp). O montante será depositado, em folha suplementar, no dia 23 de abril.

Para quem atingiu 120% da meta, o valor dado pelo Estado pode chegar até aproximadamente 1,2 salário. Já para quem atingiu 100%, o valor pode ser até próximo de 1 salário. Quando a meta não é atingida, é calculado o avanço da escola proporcional. Neste ano, o valor médio do bônus será de R$ 2,3 mil - e o maior pagamento é de R$ 21 mil.

“O acompanhamento de todas as nossas escolas tem sido a prioridade, tendo como principal foco a aprendizagem, que é o nosso ponto central de atenção para a Educação do Estado de São Paulo”, diz o secretário de educação do Estado, Rossieli Soares.

Já pelo CPS, serão destinados R$ 112 milhões, beneficiando mais de 18 mil servidores, sendo 13.617 professores de Faculdades de Tecnologia (Fatecs) e Escolas Técnicas (Etecs) estaduais, além de 4.560 administrativos. O valor médio do bônus é de R$ 4.705,61, podendo chegar até 1,08 salário.

“Traçar metas e indicadores é de suma importância para levar os profissionais a atingir os objetivos”, afirma a diretora do CPS, Laura Laganá.

Além de professores do Ensino Fundamental e Médio, diretores, agentes de organização e equipes técnicas das escolas e órgãos centrais também têm direito ao bônus. Para chegar ao valor individual, a Secretaria considera se a unidade avançou, atingiu ou superou a meta estipulada para o período. Os servidores precisam ainda ter trabalhado, no mínimo, em dois terços do ano letivo.