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Os metroviários de São Paulo marcaram para quinta-feira (18), uma paralisação de 24 horas. A proposta ainda passará por referendo em assembleia nesta quarta-feira (17).

De acordo com o Sindicato dos Metroviários de São Paulo, o ato é contra a concessão das Linhas 5-Lilás e 17-Ouro á iniciativa privada, a exemplo do que já ocorre com a Linha 4-Amarela. O leilão de está previsto para ocorrer no dia seguinte, na sexta-feira (19).

A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) não havia se manifestado sobre o protesto até o fechamento desta edição. Na manhã de ontem (16), os funcionários do metrô entregaram panfletos aos passageiros, chamados de carta aberta à população.

Segundo a categoria, a privatização diminui o número de metroviários. A greve também acontece contra a terceirização das bilheterias do metrô e o aumento das tarifas.

Em abril de 2017, uma greve dos metroviários prejudicou a rotina de trabalhadores porque a estação Corinthians-Itaquera, Linha 3-Vermelha, não abriu os portões no horário de costume, às 4h30. Na ocasião, a categoria aderiu ao dia de greve geral, organizado por centrais.