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O consórcio formado pelas empresas Petrobras e pela chinesa CNODC, e operado pela estatal com participação de 80%, venceu a disputa pelo bloco de Aram, na Bacia de Santos. O bônus de assinatura foi de R$ 5,05 bilhões, e não teve ágio sobre um porcentual mínimo de excedente em óleo de 29,96%.

Essa é a área mais nobre da licitação e também a mais cara. A Petrobras já havia informado ao governo seu interesse no bloco, que chegou a ser levado a leilão no passado. Na época, a italiana Eni ofereceu um ágio recorde, mas não teve cacife para cumprir o compromisso da oferta e assinar o contrato de concessão. Por fim, o bloco retornou à União para só hoje ser licitado novamente.

O investimento previsto é de R$ 278 milhões.