O dólar hoje opera em alta frente ao real nesta terça-feira, 24 de março, enquanto o Ibovespa tenta se recuperar após abrir no vermelho. O movimento do mercado é influenciado principalmente pela divulgação da ata do Copom e pelo cenário externo, ainda marcado por incertezas geopolíticas e oscilações no preço do petróleo.
No início da tarde, por volta das 13h, o dólar comercial era negociado a R$ 5,25, com leve valorização em relação ao fechamento anterior. A moeda americana já vinha ganhando força desde a abertura, refletindo um ambiente mais cauteloso entre investidores.
Na sessão anterior, o dólar havia recuado e encerrado próximo de R$ 5,24, em meio a um alívio temporário no mercado global. Esse movimento foi impulsionado após o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sinalizar uma pausa em ações militares envolvendo áreas petrolíferas no Irã, reduzindo momentaneamente a aversão ao risco.
O Ibovespa começou o dia em queda, chegando a recuar cerca de 0,5% nas primeiras horas. No entanto, ao longo da manhã, o índice ganhou fôlego e passou a subir, sustentado principalmente pelo desempenho de ações de peso como Petrobras e Vale.
Por volta das 13h, o principal índice da B3 registrava leve alta, na casa dos 0,2%, após ter fechado o pregão anterior em forte valorização. Na véspera, o Ibovespa atingiu seu maior nível desde março, impulsionado pela melhora no humor externo e pela queda expressiva do petróleo.
No mercado internacional, o petróleo voltou a subir após a forte queda registrada no dia anterior. O barril do tipo Brent, referência global, era negociado próximo de US$ 99, ainda abaixo da marca simbólica de US$ 100.
A commodity havia despencado cerca de 11% na sessão anterior, também refletindo sinais de redução de tensões no Oriente Médio. Agora, a leve recuperação indica que o mercado ainda monitora de perto os desdobramentos geopolíticos.
FAQ — Dólar hoje
O dólar hoje está em torno de R$ 5,25 no mercado comercial, com leve alta ao longo do dia.
A alta do dólar reflete maior cautela no cenário global, com investidores atentos a tensões no Oriente Médio e às oscilações no preço do petróleo.
Além do cenário externo, a ata do Copom e as expectativas sobre a taxa de juros no Brasil impactam diretamente o comportamento da moeda.
Sim. O preço do petróleo influencia o humor global e pode aumentar a aversão ao risco, fortalecendo o dólar frente a moedas emergentes como o real.