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A Aceleradora de Negócios de Impacto da Periferia (NIP) selecionou cinco empresas nascentes para um programa de quatro meses. Os empreendedores atuam em São Paulo, nos distritos Jardim Ângela (M’Boi Mirim), Capela do Socorro e Campo Limpo (Capão Redondo). As escolhidas foram Boutique Kriola, Empreende Aí, Ecoativa, Jovens Hackers e Editora Selo Povo.

Criada na periferia do Campo Limpo, a Boutique de Krioula desenvolve acessórios que resgatam a identidade e a autoestima da população negra. Do mesmo bairro, a Jovens Hackers oferece aulas de programação e cultura maker robótica com custo simbólico para jovens da periferia.

A Empreende Aí tem o intuito de disseminar a educação empreendedora de qualidade por meio de cursos presenciais e online focados em capacitar jovens. Já na extrema zona sul, na Ilha do Bororé, está a Ecoativa, que desenvolve intercâmbios e vivências de impacto ambiental.

O bairro Capão Redondo também conta com uma representante na iniciativa. A Editora Selo Povo surgiu com o sonho de criar uma editora com catálogo especificamente de autores da periferia.

Fruto de uma parceria entre o Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getulio Vargas (FGVcenn), a associação A Banca, que realiza eventos gratuitos em espaços públicos da cidade de São Paulo, e a aceleradora de negócios sociais Artemisia, a iniciativa vai investir até R$ 20 mil nos negócios selecionados. 

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