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A Visa pretende desembolsar R$ 205 mil em cada uma das cinco startups selecionadas para a fase internacional da terceira edição do Programa de Aceleração Visa.

O montante considera serviços de consultoria, mentoria, viagem ao Vale do Silício, nos Estados Unidos, e infraestrutura para os participantes.

Neste ano, a empresa busca até dez startups das áreas de pagamento, transações e soluções alternativas ao boleto, gestão financeira, empréstimos e serviços financeiros.

Empresas dos segmentos de big data, automação comercial, gestão de vendas e soluções para PDV e melhorias de processos também são desejáveis.

O programa receberá ainda inscrições de negócios que atuem com CRM, inteligência artificial, blockchain, mobilidade urbana e machine learning.

No Brasil, as atividades serão realizadas no coworking Habitat, em São Paulo, no Espaço Visa. A etapa internacional da aceleração acontecerá no Vale do Silício, em São Francisco, na Califórnia.

O período da aceleração será entre 15 de abril e 15 de agosto. As inscrições vão encerrar no dia 18 de março. Dez empresa nascentes serão aceleradas, mas apenas cinco terão a oportunidade de ingressarem na etapa internacional.

Durante o processo, os empreendedores vão vivenciar a rotina de auxílio dos mentores e imersão com as frentes de negócio da Visa para explorar possibilidades de MVPs (mínimo produto viável, na sigla em inglês) e PoCs (prova de conceito, na sigla em inglês).

No Vale do Silício, as cinco empresas selecionadas, do grupo de dez em processo de aceleração, vão poder revisar sua estratégia de negócio, fazer benchmark, estreitar relacionamento com Venture Capitals e validar se a solução criada por eles pode ser internacionalizada.

“Para se ter uma ideia, levando em consideração apenas os participantes da primeira turma de 2018, mais de 13 contratos já foram fechados ou estão em via de serem concluídos entre Visa, nossos clientes e/ou as startups”, destaca o vice-presidente de Soluções e Inovação da Visa do Brasil, Percival Jatobá, por meio de nota.

As startups deverão estar devidamente constituídas no Brasil e em fase de crescimento. É obrigatório que as participantes tenham uma base de clientes consistente, com serviços ou produtos no mercado e receita. As empresas devem estar regularizadas fiscal e juridicamente.