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Hoje o mercado conta com uma série de opções de POS, as chamadas maquininhas, à disposição dos lojistas especialmente para os pequenos e médios empreendedores. Nem todas as opções são iguais e diferem principalmente na utilização pelo comércio no dia a dia, orientam especialistas.

As empresas que oferecem essas soluções têm apresentado uma grande variedade de propostas de planos, que vão desde a isenção da mensalidade (na maior parte dos planos, apenas por um período), e da taxa de adesão, até a opção de oferecer o serviço para lojistas que não possuem conta bancária, ou mesmo disponibilizar o produto para pofissionais liberais.

Para escolher a melhor maquininha para o negócio, Henrique Capdeville, country manager da First Data no Brasil, recomenda que o comerciante se atente às taxas cobradas no volume de transações e contratos. “Verificar se a empresa pede algum tipo de carência ou tempo mínimo para permanecer com a maquininha também é importante”, aconselha o executivo.

Para comerciantes com baixo volume de faturamento, volumes de até R$ 5 mil mensais pondera Capdeville, em geral, ele recomenda a compra da maquininha. “O terminal também é recomendado para empresários com períodos de venda esporádicas, sem faturamento recorrente, como por exemplo, picos de venda em datas sazonais – ou também uma extensão para ser usada em entregas”, complementa.

Acima desse valor, o especialista recomenda o POS com aluguel, pois as taxas são mais competitivas e o comerciantes tem à sua disposição toda a infraestrutura de apoio ao cliente.

Para as empresas que oferecem o serviço, o mercado é promissor. Levantamento do Sebrae indica que o uso das máquinas de cartão ainda está restrito a 2 em cada 5 MPMEs (39%).