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O mercado de brinquedos no Brasil subiu 7% em 2018, indo a R$ 5,5 bilhões em vendas, um acréscimo de R$ 324 milhões no faturamento em comparação a 2017. O salto se dá apoiado nos brinquedos colecionáveis, que somaram 12% do volume de negócios gerados no ano passado.

Os dados fazem parte da pesquisa mensal realizada junto ao varejo pelo The NPD Group no Brasil, e apontam que só as vendas de L.O.L Surprise! aumentaram o resultado financeiro do mercado nacional em 5% e outros itens, como Squishies e Slimes, somaram 6,8%.

Sem a influência das vendas de L.O.L Surprise!, os colecionáveis, como Twozies, Surprizamals, Poopsie e Lego, triplicaram o faturamento em relação a 2016, passando de R$ 23 milhões para R$ 63 milhões (crescimento de 173%). Os fabricantes que integram o ranking das top 10 das empresas, dominam o mercado com 65% das vendas em 2018, totalizando R$ 2,5 bilhões, 10,2% a mais do que o registrado no comparativo de 2017, que também já havia obtido um saldo positivo de 6,6% em relação a 2016. Os fabricantes que estão entre a 11ª e 30ª no ranking de 2018 foram responsáveis por 16% das vendas (R$ 598 milhões) e as demais contabilizam 8% (R$ 765 milhões).

Mercado global

As vendas globais, entre os países que integram o G-13 monitorados pelo NPD Group, que reúne os mercados mais maduros, atingiram US$ 51 bilhões no ano passado. O Brasil, com os R$ 5,5 bilhões (ou US$ 1,536 bilhão), tem fatia de 3,3%. Apenas os mercados brasileiro e mexicano, nesse grupo, registraram índices positivos (crescimento de ambos foi 14%).