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(Matéria atualizada para correção de informação. O entrevistado foi o managing director Marketing e Vendas Automóveis América Latina e Caribe, Holger Marquardt, e não o head of region overseas da Mercedes-Benz Automóveis, Matthias Lührs. Segue a íntegra corrigida)

 

A recuperação, ainda que lenta, das vendas de veículos premium é o motor que a Mercedes-Benz precisa para manter a liderança do segmento no País. Executivos da marca esperam crescimento de 10% do mercado brasileiro em 2019.

“Estamos trabalhando com o portfólio certo para atender à demanda local. Nós estamos preparados para o crescimento do mercado”, afirmou a responsável por vendas e marketing da Mercedes-Benz Automóveis no board of Management do grupo Daimler, Britta Seeger, em sua breve passagem pelo Brasil na última sexta-feira (08).

No ano passado, as vendas do chamado segmento premium – que no País inclui as marcas Audi, BMW e Mercedes – atingiram 32.183 unidades, queda de 1,1% sobre 2017, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). O market share da marca do grupo Daimler em 2018 ficou em torno de 38%. “Vamos trabalhar para sermos líderes novamente”, assinalou o managing director Marketing e Vendas Automóveis América Latina e Caribe, Holger Marquardt.

Segundo os executivos, de 50% a 60% dos automóveis vendidos pela Mercedes no Brasil, durante o período, foram produzidos na planta de Iracemápolis (SP). Com capacidade instalada para 20 mil unidades por ano, a fábrica ainda opera com um turno e possui cerca de 800 funcionários entre internos e terceiros. Os dois modelos montados na planta são o Classe C e o GLA.