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Dois funcionários da Vale prestaram depoimentos contraditórios à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais sobre detonação de explosivos na mina em Brumadinho no dia do rompimento da barragem.

Ontem fez cinco meses do desastre, data em que os bombeiros contabilizam 246 mortos na tragédia. Outras 24 pessoas seguem desaparecidas. As operações de resgate de corpos contam com 134 bombeiros, dois cães e um drone distribuídos em 20 frentes de trabalho na região.

A barragem de rejeitos que se rompeu, chamada B1, estava, conforme informações da Vale, paralisada e em processo de descomissionamento. A mina do complexo seguia em operação mas com a produção sendo feita no modo a seco – que não necessita de reservatório para descarte do rejeito./Estadão Conteúdo