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Um grupo de 22 subprocuradores divulgou nota na segunda-feira, 19, em que diz que a indicação do novo procurador-geral da República deve ser regida "por total imparcialidade" e reitera a defesa de que o nome seja um dos que compõem a lista tríplice da categoria: os subprocuradores Mário Bonsaglia e Luiza Frischeisen, além do procurador regional Blal Dalloul.

"O Ministério Público é o grande defensor dos interesses da sociedade brasileira, tendo, portanto, a obrigação de proteger o interesse público, conduzindo-se, sempre, em qualquer das esferas de atuação, com isenção, apartidarismo e profissionalismo na defesa do devido processo legal e dos direitos fundamentais", escreveram os subprocuradores. O texto é assinado por Luiza, mas não por Bonsaglia.

Também ontem, a Associação Nacional dos Procuradores da República divulgou comunicado segundo o qual o cargo de procurador-geral da República é uma função "de Estado e não de governo, não podendo ser indicado, por exemplo, em razão de 'alinhamento' com os projetos e ideias defendidos por aqueles que compõem quaisquer dos Poderes da República".

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.