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A companhia aérea Azul disse nesta quinta-feira que a demanda consolidada por seus voos cresceu 14,4 por cento em novembro, ante o mesmo mês de 2017, enquanto a oferta teve alta de 12,4,4 por cento na mesma base de comparação.

A taxa de ocupação consolidada ficou em 83,6 por cento, alta de 1,5 ponto percentual ante novembro do ano passado, segundo os dados preliminares de tráfego divulgados pela Azul.

"A maior parte do nosso crescimento está vindo dos 18 A320neos na nossa frota atual, que estão substituindo aeronaves menores nos mercados em que já operamos", disse o presidente-executivo da empresa, John Rodgerson, em nota, na qual destacou a sólida demanda no Brasil.

No mês passado, a demanda doméstica subiu 12,9 por cento frente a novembro de 2017, enquanto a oferta no país cresceu 10,8 por cento, resultando em uma taxa de ocupação de 82,5 por cento, acréscimo anual de 1,6 ponto.

Nos voos internacionais, a demanda foi 19,8 por cento maior que em novembro do ano passado e a oferta subiu 19,8 por cento na mesma base de comparação. A taxa de ocupação nesses voos alcançou 87,7 por cento, alta de 0,8 ponto.

No acumulado do ano, a demanda consolidada subiu 16,7 por cento, enquanto a oferta cresceu 16,3 por cento, com a taxa de ocupação ficando em 82,2 por cento, alta de 0,3 ponto em relação ao mesmo período de 2017.

Por volta das 11:50, as ações preferenciais da Azul caíam 1,4 por cento, enquanto o índice Small Caps, no qual estão incluídas, cedia 0,6 por cento. As preferenciais da rival Gol recuavam 1,9 por cento. A bolsa paulista era contaminada nesta sessão pelo cenário externo desfavorável.

Na véspera, a Gol divulgou que a demanda total por assentos em seus voos cresceu 5,7 por cento em novembro, na comparação com igual mês de 2017, enquanto a oferta avançou 4 por cento.