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As operadoras de planos de saúde devem gastar R$ 383,5 bilhões com assistência de seus beneficiários em 2030. O montante representa um avanço de 157,3% em relação ao registrado em 2017 segundo a "Projeção das despesas assistenciais da saúde suplementar", realizada pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS).

"Esse valor representa mais do que o dobro do que foi gasto em 2017 e acende uma luz amarela, de alerta, para o setor", analisa o superintendente executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro. O executivo destaca que, para manter a sustentabilidade do setor, todos os envolvidos na cadeia precisam repensar questões como o modelo de remuneração de prestadores de serviço, falta de transparência e o desperdício gerado por erros, fraudes e eventos adversos, além de novos produtos no setor./Agências