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O governo indiano aprovou ontem a implantação de duas zonas econômicas especiais da empresa informática indiana Infosys, além do estudo de outros quatro projetos. Agora já são 364 as aprovações formais dadas pelo Executivo, ao tempo que os projetos com aprovação preliminar chegam a 180. Dos oito casos estudados nesta quarta-feira, dois foram rejeitados pelo Comitê de Aprovações do Governo.

Além disso, o Ministério de Comércio estendeu o prazo de estudo para o projeto apresentado pela Reliance Industries, que deseja criar uma zona econômica especial nos arredores de Mumbai.

"A extensão desse projeto foi realizada pelo próprio Ministério, sem a participação do Comitê de Aprovações", disse o secretário de Comércio indiano, G.P.Pillai.

Em abril, o governo retomou a aprovação das zonas econômicas especiais, após ter suspendido sua implantação em janeiro, devido a uma onda de protestos de camponeses e denúncias de abusos, tanto nas expropriações como nos sistemas de isenção fiscal.Pillai assegurou em julho que, nos próximos dois anos, haverá 250 zonas econômicas exclusivas em funcionamento.

As zonas econômicas especiais, áreas nas quais as grandes empresas gozam de vantagens fiscais e econômicas para favorecer sua produtividade, são o eixo de um plano governamental para promover a industrialização.

O governo espera um investimento estimado de 17,9 bilhões de euros até dezembro deste ano, segundo o Ministério de Comércio e Indústria do país.

O governo indiano aprovou ontem a implantação de duas zonas econômicas especiais da empresa informática indiana Infosys, além do estudo de outros quatro projetos.