O apelido "Porco" do Palmeiras começou em 1969. Naquele ano, após a trágica morte de dois jogadores do Corinthians, Lidu e Eduardo, o clube alvinegro solicitou à Federação Paulista de Futebol permissão para inscrever dois novos atletas em substituição aos falecidos, mesmo após o término do prazo de inscrições.
O Palmeiras foi o único clube a votar contra essa solicitação, alegando a necessidade de seguir as regras estabelecidas. Essa postura levou o então presidente do Corinthians, Wadih Helu, a acusar o Palmeiras de agir com "espírito de porco".
Em 1986, a torcida do Palmeiras decidiu ressignificar o apelido, adotando o "Porco" como símbolo de orgulho. Durante um clássico contra o Santos, os torcedores entoaram o grito "Dá-lhe Porco" e levaram um porco vivo ao estádio, consolidando o novo mascote.
Desde então, o "Porco" tornou-se um símbolo querido pela torcida palmeirense, representando resistência e identidade. O mascote oficial do clube é o periquito, mas o porco ganhou destaque e é amplamente utilizado pelos torcedores.
Atualmente, o apelido é motivo de orgulho para os palmeirenses, que o incorporaram em cânticos e símbolos do clube. Mas também é motivo de piada entre os rivais, em especial o Corinthians.