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Quem deve substituir Pazuello no Ministério da Saúde?

O militar teria comunicado a Bolsonaro estar com problemas de saúde e por isso não poderia conduzir a pasta. Mas quem deve substituir Pazuello?

Escrito por Anny Malagolini
Publicado em
Atualizado em
matéria de abertura da bolsa neta terça-feira 19 de maio
Ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello (foto), presta depoimento nesta terça-feira, à Comissão Prlamentar de Inquérito da Covid-19 Foto: Agência Brasil/Fabio Rodrigues Pozzebom

Em meio à pandemia do coronavírus, o general Eduardo Pazuello pede para sair do Ministério da Saúde. Ele foi o quarto a ocupar o cargo em menos de 1 ano. O militar teria comunicado a Bolsonaro estar com problemas de saúde e por isso não poderia conduzir a pasta. Mas quem deve substituir Pazuello?

Coincidência ou não, o pedido de afastamento acontece ao mesmo tempo que o chamado Centrão do Congresso exige mudança no comando da pasta sob pretexto de má gestão durante a pandemia. O atraso no cronograma de vacinação é uma das principais críticas. Mas além disso, a volta de Lula ao cenário eleitoral também teria influenciado a queda do ex-ministro.

 

Quem deve substituir Pazuello no Ministério da Saúde?

A informação é de que o Planalto busca por um agente ligado à saúde e não seja um político. Dois nomes já são cogitados para conduzir a pasta: Ludhmila Abrahão Hajjar e Marcelo Queiroga, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia. O primeiro nome, como divulgou o blog de Andreia Sadi, é o preferido do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e de deputados do Centrão.

Ludhmila Abrahão Hajjar
Ludhmila Abrahão Hajjar (Foto: divulgação)

A goiana Ludhmila Abrahão Hajjar, 42 anos, é especialista em clínica médica – dirige a sua própria em São Paulo – cardiologia, terapia intensiva e medicina de emergência. Também é professora da Associação de Cardiologia da Faculdade de Medicina da USP, diretora de tecnologia e inovação da Sociedade Brasileira de Cardiologia, coordenadora de cardio-oncologia do InCor, além de participar de atividades assistenciais, de ensino e pesquisa.

Em entrevista à Folha de SP em abril do ano passado, a médica afirmou que havia um otimismo exagerado na Cloroquina, e reforçou que o remédio não era vacina – na contramão do presidente Jair Bolsonaro.

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Anny Malagolini é jornalista com ampla experiência em produção de conteúdo digital e SEO. Atuou em redações como Campo Grande News, Correio do Estado e Midiamax, faz a estratégia editorial do portal DCI, com foco em audiência orgânica e conteúdo de autoridade.