Saiba o que a China falou sobre o ataque a Venezuela e Maduro

Maduro foi capturado pelos EUA e está preso em Nova York

A China pediu aos Estados Unidos que libertem imediatamente o presidente venezuelano Nicolás Maduro, após Washington ter realizado ataques militares massivos contra a capital, Caracas, e outras regiões, e ter sequestrado o líder.

Neste domingo, 4 de janeiro, Pequim insistiu que a segurança de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, deveria ser uma prioridade, e pediu aos EUA que “parem de derrubar o governo da Venezuela”, classificando o ataque como uma “clara violação do direito internacional “. Foi a segunda declaração emitida pela China desde sábado, depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, ter afirmado que Washington havia detido Maduro e sua esposa e os retirado do país.

Na primeira nota, o Ministério das Relações Exteriores China criticou o ataque dos Estados Unidos liderado por Donand Trump.

“A China está profundamente chocada e condena veementemente o uso flagrante da força pelos EUA contra um Estado soberano e a ação contra seu presidente. Tais atos hegemônicos dos EUA violam gravemente o direito internacional e a soberania da Venezuela, e ameaçam a paz e a segurança na América Latina e no Caribe. A China se opõe firmemente a isso. Exigimos que os EUA respeitem o direito internacional e os propósitos e princípios da Carta da ONU, e cessem as violações da soberania e da segurança de outros países.”

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