Diretor do Banco Central projeta IED em US$ 70 bi neste ano

são Paulo – O diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Aldo Luiz Mendes, anunciou ontem uma revisão para cima da projeção de Investimento Estrangeiro Direto (IED) para o Brasil em 2011. O diretor apontou que a estimativa de ingresso desses recursos neste ano está em US$ 70 bilhões, ante previsão anterior de US$ 55 bilhões. Ele citou a projeção durante a audiência sem dar qualquer outro detalhe. De janeiro a julho, o Brasil recebeu US$ 38,448 bilhões em IED.Mais tarde, o BC esclareceu, em nota, que a revisão da projeção não foi feita pela autoridade monetária, mas trata-se de uma visão pessoal de Mendes.O diretor do BC afirmou ontem que o principal objetivo da política de aplicação das reservas internacionais brasileiras é a segurança. Em audiência pública na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, ele disse que a rentabilidade dos ativos é apenas o terceiro fator que determina o destino dos recursos.”Buscamos a segurança em primeiro lugar. Em segundo, está a liquidez e, em terceiro, é a rentabilidade. A rentabilidade não é um fator determinante. O que determina o investimento é a segurança”, avaliou Mendes.Ele disse que o euro perdeu espaço na destinação dos recursos nos últimos anos. Em lugar da moeda única europeia, ganharam espaço as divisas de países como Austrália e Canadá.Segundo Aldo Mendes, 71% das reservas internacionais estão alocadas em ativos de países da América do Norte e 18% estão em aplicações na Europa. Em seguida, aparecem ativos supranacionais (7%), Austrália (3%) e Japão (1%). Por rating, o diretor afirmou que 97% das reservas brasileiras estão alocadas em emissores com classificação de risco AAA e apenas 3% estão em emissores AA.Aldo Mendes antecipou também que a rentabilidade das reservas brasileiras subiu nos últimos meses. Sem precisar o período observado (se em 12 meses ou no acumulado do ano), o diretor da autoridade monetária afirmou que as reservas externas brasileiras acumulam ganhos de 4,9% em 2011, patamar bem superior ao desempenho de 1,82% observado em 2010 e aos 0,83% de 2009.

são Paulo – O diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Aldo Luiz Mendes, anunciou ontem uma revisão para cima da projeção de Investimento Estrangeiro Direto (IED) para o Brasil em 2011. O diretor apontou que a estimativa de ingresso desses recursos neste ano está em US$ 70 bilhões, ante previsão anterior de US$ 55 bilhões. Ele citou a projeção durante a audiência sem dar qualquer outro detalhe. De janeiro a julho, o Brasil recebeu US$ 38,448 bilhões em IED.

Mais tarde, o BC esclareceu, em nota, que a revisão da projeção não foi feita pela autoridade monetária, mas trata-se de uma visão pessoal de Mendes.

O diretor do BC afirmou ontem que o principal objetivo da política de aplicação das reservas internacionais brasileiras é a segurança. Em audiência pública na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, ele disse que a rentabilidade dos ativos é apenas o terceiro fator que determina o destino dos recursos.

“Buscamos a segurança em primeiro lugar. Em segundo, está a liquidez e, em terceiro, é a rentabilidade. A rentabilidade não é um fator determinante. O que determina o investimento é a segurança”, avaliou Mendes.

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Ele disse que o euro perdeu espaço na destinação dos recursos nos últimos anos. Em lugar da moeda única europeia, ganharam espaço as divisas de países como Austrália e Canadá.

Segundo Aldo Mendes, 71% das reservas internacionais estão alocadas em ativos de países da América do Norte e 18% estão em aplicações na Europa. Em seguida, aparecem ativos supranacionais (7%), Austrália (3%) e Japão (1%). Por rating, o diretor afirmou que 97% das reservas brasileiras estão alocadas em emissores com classificação de risco AAA e apenas 3% estão em emissores AA.

Aldo Mendes antecipou também que a rentabilidade das reservas brasileiras subiu nos últimos meses. Sem precisar o período observado (se em 12 meses ou no acumulado do ano), o diretor da autoridade monetária afirmou que as reservas externas brasileiras acumulam ganhos de 4,9% em 2011, patamar bem superior ao desempenho de 1,82% observado em 2010 e aos 0,83% de 2009.

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