Mulheres empreendedoras elevam vendas do setor de eletrônicos

são paulo Pesquisa realizada pela rede varejista americana Walmart apontou que 63% das compras realizadas na área de tecnologia em suas lojas são feitas por mulheres. Além de consumir mais do que os homens, o público feminino também influencia na decisão de compra em mais de 80% dos casos.\”Em tecnologia, o perfil da consumidora está mais próximo do que era exclusivo aos homens. As empresas se mostraram bastante preocupadas em atender as mulheres brasileiras\”, explica Cláudio Felisoni de Angelo, do Provar.

Pesquisa realizada pela rede varejista americana Walmart apontou que 63% das compras realizadas na área de tecnologia em suas lojas são feitas por mulheres. Além de consumir mais do que os homens, o público feminino também influencia na decisão de compra em mais de 80% dos casos.”Em tecnologia, o perfil da consumidora está mais próximo do que era exclusivo aos homens. As empresas se mostraram bastante preocupadas em atender as mulheres brasileiras”, explica Cláudio Felisoni de Angelo, do Provar.

Impulsionadas pela crise econômica que já dura três anos,  o empreendedorismo avança entre as brasileiras. A avaliação é que elas estão mais dispostas a superar dificuldades e completar a renda familiar. Segundo um levantamento da sueca iZettle encomendada ao Instituto Qualibest com 831 pessoas no Brasil, 38% desses pequenos negócios são liderados por mulheres, e entre os Microempreendores Individuais (MEIs) essa participação alcança o percentual de 43% da amostra. “O empreendedorismo vem crescendo nos últimos anos e a mulher tem um papel importante nesse processo. Ela começa um pequeno negócio para ajudar a família, para completar a renda porque alguém perdeu o emprego”, diz o CEO da iZettle no Brasil, Daniel Bergman.

O levantamento também mostrou um elevado grau de instrução na amostra coletada. “O resultado é muito mais alto do que a gente esperava. 49% dos entrevistados tinham superior completo e 18% pós-graduação ou mais”, observou o executivo. Com 70% desses empreendedores com nível superior incompleto, superior completo ou algum tipo de pós-graduação, as chances de as empresas decolarem no médio prazo é maior. “Identificamos, por exemplo, que a média de idade dos respondentes é de 40 anos, acima do nosso padrão na Europa, na faixa dos 25 anos. O alto grau de escolaridade foi outra surpresa”, explica Bergman. Para a empresária e sócia da Zeit Traiding, Carla Strafacci, as mulheres estão mais preparadas para enfrentar o mercado. “É uma característica feminina, estamos sempre estudando e desenvolvendo habilidades diferentes”, disse a executiva, também sócia de uma empresa de cosméticos.

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