VÍDEO: Mulher se demite do Walmart por alto-falante e expõe racismo

Ex-funcionária de uma loja do Walmart, no Texas (EUA), usou o alto-falantes do local para se demitir e expor casos de racismo e assédio por parte dos colegas de trabalho. Até o momento, vídeo foi visto quase 6 milhões de vezes.

A ex-funcionária de uma loja do Walmart, Shana Quiato, teve uma atitude inusitada há alguns dias, quando resolveu se demitir de seu cargo como estoquista através do alto-falante do local. Shana aproveitou o momento para expor casos de assédio e racismo que aconteciam no ambiente de trabalho. O caso aconteceu no Texas, sul dos Estados Unidos e, até o momento, vídeo já foi visto mais de 6 milhões de vezes.

Denúncia contra racismo é exposta no TikTok

Em um vídeo publicado no aplicativo Tik Tok, Shana, ao microfone, começou chamando atenção de todos os presentes na loja naquele momento, citando casos de racismo. “Atenção, clientes, funcionários e gerentes do Walmart. Meu nome é Shana, do estoque. Eu só queria vir aqui e dizer que Henry é um racista nojento. Giovanna é uma racista. Lia é uma gerente babaca. Essa empresa demite funcionários negros sem motivo. Essa empresa trata os funcionários como merd*, principalmente os do estoque“. Na legenda, ela escreveu “Aqui está o meu vídeo largando o meu emprego tóxico, racista e sexista”.

“Não falem com suas filhas como vocês falam comigo”

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E ela continuou “Jimmy da sessão de esportes, Joseph do caixa, Larry do setor de jardinagem, vocês são pervertidos. Eu espero que vocês não falem com as suas filhas do jeito que vocês falam comigo” – denunciando, além dos casos de racismo, todo o assédio que sofria por parte de colegas de trabalho. No final do vídeo, ela se demite.

Racismo ainda é tema de discussão no mundo inteiro

Os Estados Unidos vêm ganhando destaque na imprensa internacional com os casos de violência contra negros. Medidas contra o racismo, aliás, foram amplamente discutidas nas campanhas dos dois candidatos, Joe Biden e Donald Trump nestas eleições dos EUA.  No Brasil, último país a abolir a escravidão na América do Sul, até hoje são discutidos temas de racismo estrutural, ou seja, quando o conceito está determinado na base daquela determinada sociedade.

 

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