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Auxílio Emergencial continuará se houver 2ª onda de covid-19, diz Guedes

O auxílio emergencial acaba em dezembro de 2020, mas pode voltar em caso de agravamentos de infecções por coronavírus em 2021.

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paulo guedes fala sobre auxílio emergencial em caso de segunda onda de covid-19
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Auxílio Emergencial com prazo de término em dezembro deste ano, pode continuar em 2021. Isso se houver uma 2ª onda da pandemia de covid-19 no Brasil, assim como está acontecendo na Europa. O ministro da Economia, Paulo Gudees, afirmou a continuidade do benefício emergencial, nesse caso, no evento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), na última quinta-feira (12).

Na ocasião, Guedes disse que a “prorrogação do auxílio emergencial se houver segunda onda não é possibilidade, é certeza”. Além disso, declarou que se a situação da doença se agravar no país, “o Brasil reagirá como da primeira vez. Vamos decretar estado de calamidade pública e vamos recriar auxílio emergencial”.

 

Prorrogação do Auxílio Emergencial em 2021

A prorrogação do auxílio emergencial para 2021, só deve acontecer se o Brasil tiver uma 2ª onda de covid-19, em que sejam necessárias novas políticas de isolamento social. Contudo, o benefício emergencial é previsto para até o final de 2020. Vale ressaltar que técnicos do governo afirma que a segunda onda “não acontecerá”.

Além disso, o ministro da Economia, Paulo Guedes, não informou se o valor do benefício será de R$ 600. Porém, durante o evento da Abras, Guedes ainda declarou a continuação do auxílio emergenciais e a criação do Renda Brasil  “é uma escolha política”. “Estamos retirando os estímulos, de R$ 600 [valor inicial das parcelas do auxílio] baixa pra R$ 300 [auxílio emergencial residual] e depois aterriza ali na frente numa versão Renda Brasil ou na própria Bolsa Família”, disse.

De fato, o Renda Brasil não deve ser a anunciado em 2021, mas apenas uma reestruturação do Bolsa Família. O programa apresentado pela equipe econômica não agradou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Por fim, a proposta inicial era substituir o Programa Social de transferência de renda pelo Renda Cidadã, com um valor mensal próximo a R$ 300. Contudo, a divulgação ainda é incerta para 2020. Até o momento, sabe-se que o Bolsa Família deve continuar em 2021.

 

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