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Fundos multimercado: oportunidades de vários mercados em uma só aplicação

Que tal tentar tirar proveito do desempenho de vários mercados investindo em apenas uma aplicação? É a proposta dos fundos multimercado, que miram, em uma única aplicação, as oportunidades simultâneas de ganho existentes em diversos mercados. Bolsa de valores, juros à vista e seus derivativos futuros, dólar e outras moedas, além de opções de investimento no exterior, podem ser alcançados pelos tentáculos de um fundo multimercado. A escolha vai depender da proposta do fundo e das decisões de seu gestor. O apelo desses fundos cresceu com o tombo dos juros. A migração de investidores da renda fixa para a variável, em busca de uma rentabilidade mais atraente, fortaleceu o apelo dos multimercados. Muitos investidores tomaram o caminho para esses fundos como atalho para a diversificação. Em vez da incursão direta na bolsa de valores, preferem fazer a transição via fundos multimercado, em que é possível fincar o pé na bolsa, sem a compra direta de ações,  um fator que encoraja a se arriscar mais, principalmente se o investidor for iniciante na renda variável.Leia TambémVeja o resultado da Lotomania 2885 de sexta-feira em tempo realSaiu: Resultado da Lotofácil 3238: ganhadores do dia 6 de novembroCom juros alto, governo lança hoje pacote

Escrito por Regina Pitoscia
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fundos multimercado
Moeda Nacional, Real, Dinheiro, notas de real

Que tal tentar tirar proveito do desempenho de vários mercados investindo em apenas uma aplicação? É a proposta dos fundos multimercado, que miram, em uma única aplicação, as oportunidades simultâneas de ganho existentes em diversos mercados.

Bolsa de valores, juros à vista e seus derivativos futuros, dólar e outras moedas, além de opções de investimento no exterior, podem ser alcançados pelos tentáculos de um fundo multimercado. A escolha vai depender da proposta do fundo e das decisões de seu gestor.

O apelo desses fundos cresceu com o tombo dos juros. A migração de investidores da renda fixa para a variável, em busca de uma rentabilidade mais atraente, fortaleceu o apelo dos multimercados. Muitos investidores tomaram o caminho para esses fundos como atalho para a diversificação.

Em vez da incursão direta na bolsa de valores, preferem fazer a transição via fundos multimercado, em que é possível fincar o pé na bolsa, sem a compra direta de ações,  um fator que encoraja a se arriscar mais, principalmente se o investidor for iniciante na renda variável.

Um fundo multimercado, como os demais fundos de investimento, reúne investidores com um objetivo comum, no caso, diversificar as opções e aproveitar as oportunidades de ganho, ainda que com exposição a maior risco, em vários mercados. Normas e objetivos do fundo fazem parte de um prospecto, que o investidor deve ler com atenção para saber em que condições está aplicando.

Quem pilota o fundo é o gestor. Um profissional qualificado que vai acompanhar os diversos mercados, as possíveis tendências, fazer as escolhas de compra e venda e tomar as decisões que redundem em ganho para o cotista. Em troca desse trabalho, cobra uma taxa de administração.

Essa taxa varia de fundo para fundo no mercado. A combinação de uma taxa de administração baixa com uma gestão qualificada e competente pode ser a receita que vai redundar em boa rentabilidade.

Multimercado pode se beneficiar na alta ou na queda das cotações

Um fundo multimercado, por definição, pressupõe a aplicação de recursos em diversos mercados, em apostas direcionais que não necessariamente se beneficiam de alta de determinado mercado. É possível ganhar também na baixa, desde que o gestor acerte a mão nas escolhas e decisões. Uma aposta equivocada, que destoar da trajetória real dos mercados, poderá se reverter em perda para o investidor.

Especialistas em investimento veem os multimercados como uma antessala dos fundos de ações e do próprio mercado de ações.

Assim como a diversidade na composição das carteiras, existem atualmente grande variedade de fundos multimercado, ofertados amplamente por plataformas digitais de investimento e corretoras.

Foi colaboradora das revistas Exame, Cláudia e Nova. Formada em jornalismo pela Escola de Comunicação e Artes da USP, cursou Extensão Universitária em Economia na Fundação Getúlio Vargas (FGV) São Paulo e na Faculdade de Economia e Administração da USP, Extensão Universitária em Mercado de Capitais e Finanças Pessoais no Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec), e Máster em Varejo pela FIA-USP. Recebeu Prêmio Esso de Jornalismo/Economia, de 1989, com reportagem “Seu Fundo de Garantia pelo Ralo”. Atuou como editora dos Cadernos de Finanças Pessoais: “Seu Dinheiro” no Jornal da Tarde, “Suas Contas” e “Fundos & Cia” no Estadão.