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Finanças

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Finanças

Conforme definição do Novíssimo Dicionário de Economia, esta é a “área da economia que engloba os ramos de atividade e os processos relacionados com a gestão dos recursos públicos, privados, dinheiro, crédito, títulos, ações e obrigações pertencentes ao Estado, às empresas e aos indivíduos. Refere-se ao sistema financeiro, que engloba os estabelecimentos financeiros e seus agentes: bancos centrais, bancos comerciais, bancos de desenvolvimento, de investimentos, instituições não-bancárias de crédito (como, por exemplo, as associações de poupança e empréstimos), instituições cooperativas, sociedades de investimento, casas de câmbio, Bolsas de Valores, corretoras e agentes intermediários na colocação de valores.

As finanças constituem representações simbólicas e indiretas de atividades econômicas reais. Os papéis financeiros, por exemplo, representam e promovem fenômenos econômicos, como a transferência de fundos acumulados por pessoas ou entidades, destinados ao pagamento de, em última instância, algum trabalho produzido. A poupança é também parte importante das finanças e constitui o produto do trabalho que excede as necessidades da população. Numa sociedade monetarista, a poupança é encaminhada ao setor financeiro para ser acumulada e aplicada. No regime capitalista, a captação da poupança é realizada por empresas privadas. Num regime socialista, é o Estado que monopoliza a captação da poupança. As instituições financeiras são entidades que se dedicam à captação, intermediação e aplicação de recursos financeiros.

Podem ser públicas ou privadas e, no Brasil, devem ter autorização do Banco Central para operar. Se forem empresas estrangeiras, necessitarão de autorização de funcionamento por meio de decreto do poder executivo. As principais instituições no Brasil são: Conselho Monetário Nacional, Banco Central do Brasil, Banco do Brasil, Banco de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES), Banco Nacional
da Habitação (BNH).”

Quality recebe registro de companhia aberta da CVM

SÃO PAULO - Empresa de TI pretende se listar no segmento Bovespa Mais da Bolsa de Valores em 2014

03/12/2013 16:12:00

Telefonia: Lucro da Portugal Telecom cai  40 % no  2 ° trimestre

Telefonia: Lucro da Portugal Telecom cai 40 % no 2 ° trimestre

São Paulo - A Portugal Telecom afirmou que seu lucro líquido caiu 40% no segundo trimestre, afetado pelo aumento dos custos, apesar do crescimento da receita.O lucro da companhia recuou para 98,1 milhões de euros no segundo trimestre, de 164,2 milhões de euros no mesmo período do ano passado. Os analistas tinham previsto um lucro líquido de 106 milhões de euros.Essa é a primeira vez que a PT consolida o lucro do grupo de telecomunicações brasileiro Oi (ex-Telemar) e da empresa de atendimentos Contax, do qual a companhia portuguesa comprou uma fatia de 25,3% no início deste ano. Sem esse efeito as receitas da PT teriam diminuído 5,3%. O lucro foi ajustado para refletir a venda da participação na Vivo à Telefónica no ano passado.A receita da Portugal Telecom totalizou 1,80 bilhão de euros no segundo trimestre, acima dos 933,5 milhões de euros no mesmo período do ano passado, enquanto os custos aumentaram para 1,16 bilhão de euros, de 563,3 milhões de euros.A margem Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) aumentou para 642,4 milhões de euros, de 370,3 milhões de euros no mesmo período do ano passado.A PT explica a queda das receitas nos negócios nacionais com vários impactos, alinhados por ordem decrescente: menores vendas de equipamentos; diminuição das tarifas móveis de interligação; menores receitas do negócio de listas telefônicas; menores receitas no negócio de dados e soluções empresariais.

01/09/2011 00:00:00

Ações e mercado: negociação simultânea é opção para IPOs

Ações e mercado: negociação simultânea é opção para IPOs

São PauloA ação da International Meal Company (IMC), holding dona das redes de restaurantes e lanchonetes Viena e Frango Assado, inicia a negociação no pregão da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&F Bovespa) hoje. O papel saiu a R$ 13,50 em sua Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla em inglês), no piso da faixa estimada pelos coordenadores, que era entre R$ 13,50 e R$ 16,50, conforme informações divulgadas na sexta-feira por meio da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

09/03/2011 00:00:00

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