Festa de Carlinhos Maia acaba com 47 pessoas com COVID

De acordo com Erlan Bastos, ao menos 47 pessoas que trabalharam na festa de Carlinhos Maia foram diagnosticadas com Covid; duas delas estão na UTI.

A festa de Natal de Carlinhos Maia, que aconteceu na madrugada do último domingo (20), deu o que falar ao reunir dezenas de convidados em plena pandemia do coronavírus. Apesar de supostamente estarem seguindo todos os protocolos de segurança, ao menos 47 funcionários da festa foram diagnosticados com Covid-19, de acordo com o colunista Erlan Bastos.

Funcionários de Carlinhos Maia estão com Covid

A festa aconteceu em Alagoas e contou com a presença de dezenas de influenciadores e famosos, dentre eles Lucas Guimarães, Camila Loures, Gabi Martins, Gizelly Bicalho, Gui Napolitano e Mileide Mihaile – que também testou positivo após a festa.

Na ocasião, o humorista foi alvo de críticas na web pela aglomeração e chegou a dizer que a festa tinha autorização da Secretaria de Saúde para acontecer e que seguia todos os protocolos de segurança, inclusive com a testagem de todos os convidados.

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Mas de acordo com Erlan, nem todos os convidados da festa de Carlinhos Maia realmente fizeram o teste que detecta a Covid-19 e em nenhum momento o uso de máscara de proteção foi obrigatório no evento, o que já havia sido apontado por muitos quando as primeiras fotos do evento foram divulgadas.

Além de Mileide e o ex-BBB Victor Hugo, que não estava na festa mas participou de uma live com Lucas Guimarães e outros convidados da festa poucos dias antes de ser internado, o colunista apurou que ao menos 47 pessoas que trabalharam na festa testaram positivo para a doença, e dois deles foram internados na UTI.

Humorista se pronunciou sobre a festa

Após as críticas que recebeu e mais um ‘cancelamento’ na conta, Carlinhos Maia usou o Instagram para se pronunciar a respeito da festa. Além de divulgar os protocolos que estavam sendo seguidos no evento, o humorista ainda admitiu que estava errado em aglomerar.

“Aglomerar é errado do começo ao fim, mas não dá pra gente tapar os olhos para uma classe que não está trabalhando. O mínimo que a gente pode fazer é seguir o protocolo e fazer dentro do permitido. Tá errado do começo ao fim, mas melhor que fazer uma coisa na hipocrisia e ficar fingindo por trás das câmeras”, disse.

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