Queen: 25 fatos fascinantes sobre a banda de Freddie Mercury

Sem dúvidas, o grupo Queen é um dos maiores da história da música e do rock. Os membros Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon são responsáveis por músicas atemporais e belas como Bohemian Rhapsody, Radio GaGa, Under Pressure e tantas outras.

Sem dúvidas, o Queen é um dos maiores da história da música e do rock. Os membros Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon são responsáveis por músicas atemporais e belas como Bohemian Rhapsody, Radio GaGa, Under Pressure e tantas outras.

Uma das bandas mais populares de todos os tempos, o Queen vendeu mais de 170 milhões de discos em todo o mundo. Eles quebraram o Guinness World Records, foram introduzidos no Rock and Roll Hall of Fame e agora têm até um filme biográfico de bilhões de dólares detalhando sua ascensão à fama. Além disso, o hit da banda, Bohemian Rhapsody, foi eleita a melhor música de todos os tempos em várias pesquisas diferentes.

Desde seu início em 1970, a banda passou por muita coisa – incluindo a trágica morte do vocalista Freddie Mercury em 1991 – mas eles ainda são tão populares como sempre. Aqui estão 125 fatos fascinantes sobre esta banda icônico.

Brian May é doutor em Física

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Brian May (Foto: Chris Pizzello / AP/ reprodução)

Quando o assunto é curiosidades sobre o Queen, um dos primeiros itens a ser mencionados é o fato de que o guitarrista Brian May é formado em Física. Mas não é só isso, o virtuoso músico é doutor em astrofísica e também é chanceler da Universidade John Moores em Liverpool.

Freddie Mercury criou o brasão da banda

Certamente, um dos símbolos mais marcantes da carreira da banda é o brasão do Queen. A imagem foi criada pelo vocalista Freddie Mercury inspirado pelo Brasão de Armas Britânico e o signo dos membros da banda. Como resultado, o brasão possui seres que representam os signos Leão ( Roger Taylor e John Deacon), Câncer (Brian May) e Virgem (Freddie Mercury). Surpreendentemente, o vocalista não acreditava em astrologia

Discos do Queen homenageiam filmes

capas dos discos A Day At The Races e A Night At The Opera, ambos lançados pelo Queen
A Day At The Races e A Night At The Opera tiveram seus nomes pegos de dois filmes dos Irmãos Marx

Dois dos melhores álbuns do Queen são A Night At The Opera e A Day At The Races, mas poucos sabem que eles têm mais do que a capa “minimalista” em comum. O nome de ambos foi retirado do título de filmes dos Irmãos Marx, grandes ícones da comédia da década de 1930.

Another One Bites the Dust  e Michael Jackson

Another One Bites the Dust é uma das músicas mais bem-sucedidas do Queen, mas eles nem sempre quiseram lançar (provavelmente, por ser muito diferente de seu som). No entanto, a opinião do grupo mudou após um encontro com Michael Jackson em Los Angeles. O Rei do Pop encontrou Freddie Mercury no backstage e disse que a banda precisava lançar algo para as pessoas dançarem. Sobre a ocasião, Mercury chegou a brincar que “os créditos pela música deveriam ser de Michael Jackson).

A música Under Pressure não foi planejada pelo Queen

Outro inegável hit da banda, Under Pressure, também possuiu uma história curiosa, pois a banda nunca considerou gravar algo com David Bowie. A colaboração apenas ocorreu, porque ambos estavam gravando trabalhos no estúdio e acharam que poderia ser divertido gravar algo. Sobre o encontro, Brian May chegou a explicar que ele foi caloroso: “Freddie e David discutiram, sem dúvidas, mas é nessas situações que as faíscas voam; e é por isso que a música é tão boa.”

Freddie Mercury queria consertar sua arcada dentária

Além do seu poderoso bigode, Freddie Mercury era facilmente reconhecido por sua boca e sorriso grandes, resultados de uma sobremordida. Curiosamente, ele sempre quis consertar sua arcada dentária, mas temia que uma operação ou alteração na boca poderia modificar a potência e o caráter de sua voz.

O vocalista do Queen nasceu na Tanzânia

Ao assistir o filme Bohemian Rhapsody, você pode ter se surpreendido ao descobrir que o vocalista do Queen não é britânico, mas nascido na Tanzânia. Por isso, quando a revista Time da Ásia compilou uma lista de heróis asiáticos, ela decidiu incluir Freddie Mercury na lista. Afinal, não é todo continente que consegue ter o orgulho de ter a maior voz da história do rock.

Freddie Mercury tinha assistentes para suas ideias

Ter assistentes é algo muito normal para uma banda consagrada, mas Freddie Mercury dava uma função curiosa para seus assistentes. Todos eles deveriam sempre portar papel e caneta caso o cantor tivesse alguma inspiração e precisasse anotar suas ideias para músicas e letras.

O baterista Roger Taylor foi polêmica dos “Correios” britânicos

Selo da Royal Mail mostra Freddie Mercury e Roger Taylor
Um selo da Royal Mail em homenagem a Freddie Mercury gerou uma instabilidade com a Coroa britânica. Fonte: Royal Mail/Reprodução.

Em 1999, a Royal Mail (os Correios britânicos) lançou um selo em comemoração à memória de Freddie Mercury. O selo foi um sucesso e era muito bonito, mas quebrou uma das maiores regras “diplomáticas” da empresa. Tudo isso ocorreu, pois a foto de Mercury escolhida para a homenagem também mostrava Roger Taylor, e a Royal Mail é proibida de colocar pessoas vivas no selo. A única exceção é para membros da Família Real; nada mal para um membro da banda que “homenageia” a Rainha. 

John Deacon criou alguns equipamentos para a banda

Brian May não era o único membro do grupo a ter dotes secretos. O baixista John Deacon também era um ótimo profissional e utilizava suas habilidades com a banda. Treinado em engenharia eletrônica e desenvolvia equipamentos para a banda – o mais notável sendo o Deacy Amp, amplificador responsável pelo incrível som da guitarra de May.  O uso do amplificador pode ser ouvido na canção Procession (logo acima).

Freddie tinha medo de tocar Bohemian Rhapsody ao vivo

Embora fosse um dos homens mais energéticos e cheio de confiança no palco, Freddie Mercury tinha algumas paranoias sobre si próprio. O músico acreditava que não era um bom pianista e sempre tinha medo de tocar Bohemian Rhapsody ao vivo. Pelo vídeo acima, dá para perceber que o medo dele era desnecessário, pois ele era um ótimo pianista.

Fã clube recordista no Guinness

Em sua trajetória, o Queen chegou a quebrar alguns recordes do Guinness, mas o mais curioso é que seu fã clube também conseguiu. Segundo o Livro dos Recordes, o Official International Queen Fan Club é o mais antigo grupo de fãs de do mundo.

Freddie Mercury não era o único cantor da banda

Se você é um fã ávido do Queen, certamente já sabe que a banda não tinha só um cantor. Mas para quem está começando a ouvir o grupo agora, é legal fuçar os “lados b” do Queen e encontrar músicas cantadas por Brian May e Roger Taylor. Uma das melhores músicas sem os vocais de Freddie Mercury é a canção ‘39; além de mostrar a bela voz de May, ela reforça sua paixão por espaço e física.

Brian May e Roger Taylor tinham uma banda antes do Queen

Outro fato que você pode ter descoberto com o filme Bohemian Rhapsody é que Brian May e Roger Taylor tinham uma banda antes do Queen. O grupo era chamado Smile e gravou a música Doing All Right. A música já mostrava o talento de todos, mas a versão regravada pelo Queen é infinitamente mais marcante. De toda forma, você pode ouvir a versão original acima.

O microfone “solto” foi criado em um acidente

No palco, Freddie Mercury sempre utilizava um microfone preso em um suporte quebrado. Isso se tornou uma grande característica de sua estética ao vivo, mas surgiu por completo acidente. O músico quebrou o suporte em uma das primeiras apresentações com o Queen e acabou gostando do visual.

Brian May criou sua própria guitarra

Para os fãs de Rock, guitarras como Les Paul e Stratocaster são itens almejados, pois são utilizadas por grandes guitarristas como Eric Clapton, Jimi Hendrix, Jimmy Page e tantos outros. Contudo, Brian May não fez como a maioria na hora de escolher seu instrumento, pois ele decidiu que construiria sua guitarra do zero, sem utilizar peças de marcas famosas. 

Freddie Mercury amava gatos (e fez até música sobre isso)

Embora fosse muito famoso, Freddie Mercury era gente como a gente e possuía um grande amor por gatos. Além de ser dono de vários gatos e gatas, o excêntrico vocalista do Queen tinha quadros deles e também os ligava para conversar com eles quando estava em turnê. 

O amor era tão grande que o músico até escreveu a música Delilah como homenagem à sua gata favorita.

A apresentação do Queen no Live Aid aumentou as vendas

Um dos pontos mais importantes para a carreira do Queen mundialmente foi a apresentação no festival Live Aid. O grupo realizou uma performance marcante e ensaiou muito para ela, mas também saiu por cima como resultado de seu ótimo som e carisma. A apresentação tinha o objetivo de levantar dinheiro para a luta mundial contra a fome e o grupo foi pivotal para que o evento coletasse 150 milhões de libras para doação. O histórico show também ajudou muito o grupo, pois suas vendas aumentaram dramaticamente após a apresentação.

Freddie Mercury ajudou a Lady Di a sair para uma balada

Freddie Mercury era amigo da Princesa Diana, mas eram vistos juntos poucas vezes por conta da agenda lotada da realeza. Contudo, a amizade rendeu uma história interessante contada pela comediante Cleo Rocos. Segundo ela, os três saíram uma vez para o “notório bar gay” Vauxhall. Rocos explica que para entrar com a Lady Di, Mercury emprestou à princesa uma jaqueta camuflada masculina e um boné de couro para ela esconder seu cabelo. Embora tenha se aventurado na balada, a princesa bebeu pouco e foi embora cedo.

Queen já gravou uma trilha-sonora

Queen lançou ótimos discos ao longo da sua carreira, mas aventurou-se com o universo das trilhas-sonoras apenas uma vez. O filme para quem colaboraram foi Flash, uma aventura de ficção científica. O vídeo para uma das músicas feitas pelo Queen pode ser visto acima.

Bohemian Rhapsody é a música favorita do Reino Unido

Um levantamento realizado pelo Guinness em 2002 determinou uma informação ousada, mas muito precisa. A música Bohemian Rhapsody foi escolhida como “o hit favorito de todos os tempos do Reino Unido”. Isso pode ter mudado 18 anos depois, porém isso não muda a qualidade atemporal da música.

Roger Taylor quase virou baterista do Genesis

Outra grande banda surgida na década de 1970 foi o grupo Genesis. Talvez eles não tenham tido tanto sucesso ao redor do mundo quanto o Queen, mas eles quase tiveram o baterista em sua formação. Segundo um livro sobre o Genesis, o vocalista Peter Gabriel estava infeliz com o baterista do Genesis e chamou Roger Taylor para a banda. O membro do Queen acabou não aceitando, mas isso abriu portas para que um jovem chamado Phil Collins entrasse para o o grupo de Gabriel.

A MTV baniu I Want to Break Free de sua grade

Certamente, uma das jogadas mais ousadas do Queen em sua carreira foi a gravação do clipe de I Want to Break Free. O vídeo retrata os membros da banda travestidos de mulher e gerou diversas polêmicas e comentários homofóbicos na imprensa da época. Um dos veículos que recebeu mal o vídeo e decidiu cortar foi a MTV americana. Sobre a reprecussão “negativa”, Brian May chegou a comentar “As pessoas não entenderam aquilo na América, elas apenas pensaram que aquilo era sobre nós querendo nos vestir em drag.”

Erroneamente, muitos pensam que a música é de Freddie Mercury e discute sua homossexualidade, mas ela foi composta pelo baixista John Deacon.

Freddie Mercury morreu um dia após anunciar publicamente sua doença

Provavelmente receoso da repercussão, Freddie Mercury lutou contra o vírus da AIDS de maneira muito “secreta”. Contudo, exatamente um dia antes de morrer, teve forças de anunciar para a imprensa que estava sofrendo com a terrível doença incurável. Mercury faleceu em 24 de novembro de 1991, vítima de complicações de uma pneumonia e da AIDS.

O vocalista foi muito generoso em seu testamento

Há muitas especulações sobre o testamento deixado por Freddie Mercury, mas sabe-se que ele deu 500 mil libras para seu assistente pessoal, Peter Freestone, 500 mil libras para seu cozinheiro e 100 mil libras para seu motorista.

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