Educação financeira traz maior autonomia para público jovem

São PauloOs estudantes que têm aulas de educação financeira nas escolas apresentam uma maior autonomia para lidar com o dinheiro, de acordo com uma pesquisa do Banco Mundial, efetuada com alunos de escolas públicas participantes da primeira fase do programa piloto de educação financeira da Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), patrocinado pela BM&F Bovespa.Segundo o levantamento, entre os alunos que não tiveram aulas de educação financeira na escola, o índice de autonomia financeira era de 48,86%, enquanto aqueles que tiveram aulas de educação financeira tiveram um índice de 50,91%.Os alunos que assistiram às aulas de educação financeira também adquiriram um costume maior de pesquisar por produtos mais baratos e de negociação.De acordo com dados do levantamento, entre os estudantes que tiveram aula de educação financeira, 67% afirmaram que negociam o pagamento, enquanto entre aqueles que não tiveram as aulas, o percentual é de 63%.Em relação às marcas, 68% dos alunos que participaram do programa afirmaram que pesquisam e comparam produtos similares antes de comprar, enquanto entre os alunos que não tiveram aulas de educação financeira, o número foi menor (66%).”Os resultados são extremamente positivos. Usualmente, avaliações de educação não apresentam resultados positivos em períodos tão curtos de tempo. É importante reiterar que estamos avaliando apenas os quatro primeiros meses de aplicação do projeto “, afirmou o especialista sênior do Banco Mundial, Rogelio Marchetti. Segundo o levantamento, estudantes do sexo feminino tiveram maior nível de alfabetização financeira, assim como alunos com melhor condição socioeconômica e com pais que atuam no setor formal da economia.Já entre os alunos que repetiram pelo menos um ano escolar e cujas famílias pertencem a grupos de baixa renda, os níveis de conhecimento nesse tema foram menos assimilados.Os pais de alunos que tiveram aulas de educação financeira ficaram mais propensos a incluir seus filhos nas decisões financeiras, além de discutirem dinheiro e orçamento doméstico.

São Paulo – Os estudantes que têm aulas de educação financeira nas escolas apresentam uma maior autonomia para lidar com o dinheiro, de acordo com uma pesquisa do Banco Mundial, efetuada com alunos de escolas públicas participantes da primeira fase do programa piloto de educação financeira da Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), patrocinado pela BM&F Bovespa.

Segundo o levantamento, entre os alunos que não tiveram aulas de educação financeira na escola, o índice de autonomia financeira era de 48,86%, enquanto aqueles que tiveram aulas de educação financeira tiveram um índice de 50,91%.

Os alunos que assistiram às aulas de educação financeira também adquiriram um costume maior de pesquisar por produtos mais baratos e de negociação.

De acordo com dados do levantamento, entre os estudantes que tiveram aula de educação financeira, 67% afirmaram que negociam o pagamento, enquanto entre aqueles que não tiveram as aulas, o percentual é de 63%.

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Em relação às marcas, 68% dos alunos que participaram do programa afirmaram que pesquisam e comparam produtos similares antes de comprar, enquanto entre os alunos que não tiveram aulas de educação financeira, o número foi menor (66%).

“Os resultados são extremamente positivos. Usualmente, avaliações de educação não apresentam resultados positivos em períodos tão curtos de tempo. É importante reiterar que estamos avaliando apenas os quatro primeiros meses de aplicação do projeto “, afirmou o especialista sênior do Banco Mundial, Rogelio Marchetti. Segundo o levantamento, estudantes do sexo feminino tiveram maior nível de alfabetização financeira, assim como alunos com melhor condição socioeconômica e com pais que atuam no setor formal da economia.

Já entre os alunos que repetiram pelo menos um ano escolar e cujas famílias pertencem a grupos de baixa renda, os níveis de conhecimento nesse tema foram menos assimilados.

Os pais de alunos que tiveram aulas de educação financeira ficaram mais propensos a incluir seus filhos nas decisões financeiras, além de discutirem dinheiro e orçamento doméstico.

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