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Facebook testa nova rede social de relacionamento

Ideia do Sparked é juntar duas pessoas por meio de uma chamada de vídeo de até 10 minutos, ao estilo de ‘speed dating’

Escrito por Matheus Mans
Publicado em
Atualizado em
matéria fala sobre a criação da diem, a criptomoeda do Facebook, que poderá chegar ao mercado ainda em 2021
Reprodução / Pexels

Em um mercado dominado globalmente pelo Tinder, o Facebook voltou a fazer investidas em aplicativos de paquera. De acordo com informações divulgadas pelo site The Verge, nesta quarta-feira, 14, a empresa de Mark Zuckerberg está desenvolvendo uma rede social de relacionamento focada em vídeochamadas, batizada de Sparked, que estaria neste momento em fase experimental.

Chamado de aplicativo de namoro por vídeo com pessoas gentis, o serviço se vale do conceito speed dating, criado nos Estados Unidos para definir encontros casuais. O Sparked coloca duas pessoas para conversarem por quatro minutos. Ao final desse tempo, caso queiram, podem falar por mais 10 minutos. Terminado mais esse período, a plataforma sugere continuar o papo no Instagram.

Não fio explicado, até o momento, como o usuário poderá marcar esses encontros ou se será apenas um algoritmo do Facebook juntando perfis. Também não se sabe se haverá limite de conversas por dia. Imagina-se, porém, que o Sparked tenha alguma inteligência artificial por trás, para evitar que os encontros por vídeo envolvam nudez, violência e outras situações semelhantes.

No cadastro, o sistema pede ao usuário que escreva o que o torna um ‘companheiro gentil’,  mote da plataforma do Facebook. Depois disso, já dá para selecionar se a pessoa tem interesse em encontrar homens, mulheres, pessoas não binárias ou sem preferência. Também é possível selecionar se a pessoa quer relacionamentos com pessoas trans.

Facebook e relacionamentos

A data em que o Sparked chegará ao grande público não é conhecida ainda Por enquanto, o Facebook apenas informa que a rede social de namoro funciona como um pequeno teste beta. Vale lembrar que a NPE – núcleo experimental do Facebook por trás do app de namoro – já desenvolveu outros aplicativos e nenhum, até o momento, deu certo.

E vale lembrar que Mark Zuckerberg já tentou entrar no mundo dos relacionamentos com o Facebook Dating, que tem um funcionamento bem mais parecido com o Tinder e afins. No entanto, o projeto acabou não ganhando a força esperada e permanece à sombra de seus outros concorrentes mais modernos e próximos dos jovens do que o Facebook.

Jornalista especializado em cultura, tecnologia e inovação com passagens por Estadão, Yahoo! Finanças e UOL.