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Aposentadoria por idade mínima: quais as regras para 2021?

Após fase de transição da Reforma da Previdência, novas condições estão em vigor desde janeiro
Escrito por Sarah Moura
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matéria fala sobre a mudança no banco de horas e nas férias com a redução da jornada de trabalho e de salário
Empresas podem interromper suas atividades e elaborar, à margem de acordo com o sindicato da categoria, um regime especial de compensação de jornada. Foto: Tony Winston/Agência Brasília

A Reforma da Previdência, aprovada em 2019, impôs regras de transição para a aposentadoria por idade mínima. No entanto, desde janeiro, estão em vigor novas condições.

As regras de transição foram usadas como adaptação às novas normas e para que pessoas próximas de se aposentar durante a aprovação da reforma não perdessem o benefício.

Aposentadoria por idade mínima em 2021

Seguindo a determinação, são quatro novas condições desde janeiro. Veja abaixo:

Por idade mínima progressiva: o método compara a idade com o tempo máximo de contribuição. Mulheres com 56 anos e 6 meses e mais de 30 anos de contribuição podem solicitar o benefício ao INSS (Instituto Nacional de Seguro Social). Para os homens, é preciso ter 61 anos e seis meses, além de 35 anos de contribuições ao instituto.

Por idade: é preciso ter a idade e tempo de contribuição mínimo de 15 anos para mulheres e homens (carência). No caso das mulheres, pessoas a partir de 60 anos e seis meses podem se aposentar. Homens precisam ter idade mínima de 65 anos.

Por pontos: a pontuação é calculada com base na idade e os anos de contribuição, Mulheres devem ter 87 pontos, e homens precisam totalizar 97 pontos.

Dificuldade para se aposentar

A pandemia da covid-19 dificultou o acesso de idosos à aposentadoria por idade mínima do INSS. Segundo reportagem do jornal Agora, além da perda de renda e consequente queda de contribuição, houve redução na expectativa de vida do grupo.

O INSS teve arrecadação de R$ 24,7 bilhões em abril de 2020, menos 32% em relação ao mesmo mês de 2019, quando o valor atingiu R$ 36,3 bilhões. Houve queda também nos meses de maio (36%), junho (33%) e julho (3%), no comparativo com 2019.

No valor acumulado em 2020, a queda foi de 3%. No ano anterior, a arrecadação previdenciária bateu R$ 440,3 bilhões – R$ 13,3 bilhões a menos dos R$ 426,9 bilhões arrecadados no ano passado, mesmo após recuperação a partir de agosto.

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Jornalista, paulistana e apaixonada por contar histórias.