Quais os sintomas do ômicron, nova cepa de coronavírus

A variante do novo vírus SARS-CoV-2, responsável pelos casos de Covid-19 pelo mundo, já circula por diversos países, inclusive no Brasil, e foi considerada “preocupante” pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Por ter sido descoberta recentemente, a Ômicron, como foi batizada a nova cepa, ainda causa muitas dúvidas sobre sua transmissibilidade, agressividade, letalidade e resistência às vacinas disponíveis até agora. Por hora, o que se sabe é que os sintomas associados ao novo sequenciamento do vírus são leves, porém diferentes da Delta. Saiba quais são os sintomas da Ômicron.

Quais os sintomas do ômicron?

A médica sul-africana Angelique Coetzee que descobriu a Ômicron atendeu vários casos de infecção pela variante do novo coronavírus na África do Sul e, de acordo com os relatos da profissional, os sintomas da variante do novo vírus SARS-CoV-2, a Ômicron, parecem ser “extremamente leves”. No entanto, isso ainda não se confirma em relação aos mais vulneráveis, como os idosos e as pessoas que têm algum tipo de comorbidade, já que as infecções foram identificadas em pessoas mais jovens, com média de idade entre 20 e 30 anos.

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De acordo com o que foi descoberto até agora, o cansaço parece ser o sintoma mais comum entre os infectados pelo novo sequenciamento do vírus  SARS-CoV-2, diferentemente da Delta, que pode causar a Síndrome Respiratória Aguda Grave e perda de olfato e paladar. Apesar dos sintomas leves, a Ômicron é considerada preocupante porque tem mais de 50 mutações.

Confira os principais sintomas da nova cepa:

– Cansaço;

– Garganta “arranhando”;

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– Tosse seca;

– Sudorese noturna;

– Dores musculares;

– Febre baixa;

– Batimentos cardíacos acelerados, em alguns casos.

Resumidamente, os sintomas são parecidos com o de uma gripe, mas é importante ressaltar que a infecção pela variante do novo coronavírus, a Ômicron, só pode ser confirmada após o resultado positivo no teste para Covid-19 e o sequenciamento genômico.

O que se sabe sobre a nova cepa do coronavírus?

A cepa Ômicron foi descoberta pela médica sul-africana Angelique Coetzee e, segundo vêm afirmando os cientistas, ainda é cedo para saber se a variante do novo vírus SARS-CoV-2 é mais agressiva, especialmente entre as pessoas mais vulneráveis, como os idosos e os que têm comorbidades.

Por enquanto, o que se sabe é que a Ômicron já circula por diversos países e que, no sul da África, ela fez crescer consideravelmente o número de casos de Covid-19. A primeira infecção por essa cepa do novo coronavírus foi descoberta no dia 9 de novembro. De lá para cá, os cientistas correm contra o tempo para saber mais sobre a variante, principalmente quanto à possibilidade de ela ser resistente às vacinas disponíveis no mundo.