Enem 2020 tem recorde de abstenções e alunos barrados

As provas começaram a ser aplicadas ontem (17). Mas por conta da pandemia, muitos candidatos não puderam realizar o exame .

O primeiro dia de provas do Enem 2020 foi aplicado ontem (17). Os candidatos responderam perguntas sobre linguagens e ciências humanas, além de terem feito um texto dissertativo. Em meio à alta dos casos de COVID-19, este ano, o exame bateu recorde no número de abstenções. Além disso, muitos alunos foram barrados na hora de entrar nas salas de aula, pois a capacidade máxima do local havia sido excedida. Segundo o portal G1 casos assim aconteceram nos estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Enem 2020: Alunos barrados

O Inep, órgão responsável pela prova, havia afirmado que os protocolos de segurança seriam eficientes para promover a prova de maneira segura para os candidados. Porém, segundo o G1, houve muitos relatos de alunos que não conseguiram entrar nas salas para fazer a prova. Os candidatos teriam sido barrados e avisados que a capacidade máxima da sala estava preenchida.

O presidente do Inep, Alexandre Lopes, afirmou que os casos ocorreram em 11 dos mais de 14.447 locais de prova.

enem 2020
Foto: Agência Brasil

Abstenção enem 2020

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Segundo dados do Inep, o índice de abstenção este ano foi de 51.5% no Enem. O número já indica o maior percentual de abstenção em toda a história do Enem. Em 2019, o índice de abstenção no primeiro dia foi de 23%.

10.171 pessoas pediram para participar da reaplicação por terem sintomas de doenças infectocontagiosas. Foram aceitas 8.180 e negadas 1.991.

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Além disso, 58 cidades suspenderam as provas, 56 no Amazonas e 2 em Rondônia.

2.967 participantes foram eliminados por portar equipamentos eletrônicos, saírem da sala antes do horário permitido.

Enem 2020 adiado

O Enem 2020 estava programado para acontecer em novembro do ano passado. Contudo, em meio à pandemia da COVID-19, as datas tiveram de ser adiadas. Portanto, as provas estão ocorrendo agora em janeiro e fevereiro.

Em algumas cidades, o ministério público entrou com pedido para um novo adiamento, contudo a Justiça negou a maioria das solicitações.

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