Com a pandemia, a Virada do Ano foi diferente em todo o Brasil

Dois principais polos de lotação na Virada do Ano como a Paulista e Copacabana, ficaram vazios na passagem de 2020 para 2021. Confira

A pandemia do novo coronavírus deixou os pontos tradicionais da virada do ano em São Paulo e Rio de Janeiro vazios. Não houve festas públicas e nem shows musicais que, no ano passado, chegou a reunir mais de 1 milhão de pessoas. A Covid-19 também deixou de fora, os fogos de artifícios na orla mais badalada do Brasil, que antes iluminavam o céu carioca por até 14 minutos.

Virada do Ano em SP

Pouca gente passou a Virada na Avenida Paulista (Foto: Reprodução/TV Globo)

A comemoração da Virada do Ano na Avenida Paulista, por exemplo, reuniu pequenos grupos, apenas.  Na Baixada Santista, litoral sul de São Paulo, as praias foram fechadas para evitar aglomerações e desestimular a viagem de turistas para a passagem de ano. O resultado foi uma Virada do Ano atípica, com poucas pessoas circulando pela orla e praias vazias.

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Ano Novo no Rio

Calçadão de Copacabana estava vazio na Virada do Ano (Foto: Carlos Brito/G1)

Em Copacabana, o que se via era grupos isolados brindando, casais trocando beijos e poucas pessoas jogando flores no mar – tradicional saudação à Iemanjá na Virada do Ano. Já em Cabo Frio, turistas lotaram a orla.

A prefeitura do Rio fechou ruas do bairro e proibiu festas na orla para evitar a transmissão do coronavírus. Durante o último dia de 2020, órgãos fiscalizadores verificaram o cumprimento das medidas adotadas para conter o avanço da pandemia na cidade.

No penúltimo dia do ano passado, uma festa na Praia de Ipanema, com muita aglomeração e pessoas descumprindo as regras básicas de biossegurança como distanciamento social e o uso de máscaras, revoltou internautas e deixou a fiscalização da cidade sobre alerta.

Veja como foi a virada do ano em outras cidades brasileiras

  • No Recife, algumas famílias aproveitaram as praias vazias para passar a virada do ano na areia, mas houve flagrante de pessoas sem máscara em Boa Viagem.
  • Em Salvador, a chegada de 2021 foi marcada por fogos e pouca gente na rua.
  • Em Santa Catarina, as tradicionais festas públicas de réveillon foram canceladas; queima de fogos de artifício foi registrada em hotéis e em praias de Florianópolis e de Balneário Camboriú.
  • Em João Pessoa, o público desrespeitou a proibição de instalação de tendas, mesas e cadeiras na orla na virada do ano.
  • Em Manaus, o Ano Novo foi recebido com fogos, ruas vazias e live musical.
  • Em Rio Branco, moradores soltaram balões brancos em homenagem às vítimas da Covid-19.

194 mil mortes

A chegada de 2021 veio acompanhada a 184.976 óbitos por coronavírus no país. Só nas últimas 24 horas, o Brasil registrou, pelo terceiro dia seguido, mais de mil mortes por Covid-19 por dia e mais de 55 mil casos novos da doença. Até o momento são 7.675.781 de pessoas infectadas pelo novo coronavírus.

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