Argentina inicia vacinação contra a covid-19 com vacina russa

A Argentina lançou oficialmente a vacinação contra a covid-19 com a vacina russa Sputnik V.

Argentina inicia vacinação contra a covid-19. O país está utilizando a vacina russa Sputnik V.

Assim, a notícia vem poucos dias depois que o Ministério da Saúde da Rússia aprovou a vacina para pessoas com mais de 60 anos.

Poucos dias após o anúncio, a Rússia começou a transportar sua primeira grande remessa internacional, que foi de quase 300 mil doses para a Argentina.

Contudo, a remessa consistiu apenas na primeira dose da vacina dupla, que é mais fácil de fazer que a segunda dose.

Esta notícia atraiu críticas dos moradores da Rússia, que acham que mais doses deveriam estar disponíveis aos russos, em vez de irem para a Argentina esta semana.

Enquanto a Argentina recebeu e começou a distribuir as 300 mil doses, algumas regiões da Rússia relataram ter recebido apenas 2 mil doses ou menos até agora.

 

Argentina inicia vacinação
Imagem: reprodução / pexels

Argentina inicia vacinação contra a covid-19

Esta é a segunda vacina contra o coronavírus na Argentina. Além disso, recentemente os idosos do país receberam a vacina Pfizer-BioNtech.

A campanha de vacinação começou simultaneamente em todo o país, com prioridade para os profissionais de saúde da linha de frente. 

Dessa forma, a Argentina também se tornou o primeiro país das Américas a usar a vacina russa Sputnik V.

 

Vacina Sputnik V

A vacina Sputnik V estava sendo saudada como a primeira vacina de covid-19.  Mas desde então não conseguiu ganhar impulso semelhante à vacina Pfizer-BioNTech, que recebeu a aprovação pela primeira vez pelo Reino Unido e outros países seguiram os passos.

A vacina russa utiliza a tecnologia  Vetores Virais Recombinantes (VVR) e tem como base duas cepas de adenovírus. Elas receberam uma modificação genética para fazer com que as células infectadas desenvolvam resposta imune ao coronavírus.

De acordo com os oficiais russos, o mecanismo foi criado com base em uma outra vacina russa, desenvolvida para combater o Ebola anos atrás.

Fonte Wionews
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