Coronavírus: Regiões na Itália são fechadas e Paris anuncia regras mais rígidas

Regiões na Itália são fechadas devido ao aumento de casos de coronavírus no país. Além disso, Paris anuncia regras mais rígidas durante o lockdown.

Regiões na Itália são fechadas devido ao aumento de casos de coronavírus no país.

As regiões italianas mais atingidas pela segunda onda de coronavírus entraram em um novo bloqueio na sexta-feira (6). A decisão veio depois que o país registrou seu maior número diário de infecções e mortes no dia anterior.

A Itália obedece ao toque de recolher em todo o país, das 22h às 5h, com bares e restaurantes fechando às 18h, enquanto certas áreas enfrentam restrições mais severas.

Os residentes nas regiões da “zona vermelha” – Lombardia, Piemonte, Vale de Aosta e Calábria – só podem sair de casa por motivos de necessidade, saúde ou trabalho. Os que estão nas “zonas laranja” estão proibidos de sair de suas cidades, exceto por motivos de trabalho ou saúde. Além disso, bares e restaurantes estão fechados, exceto para delivery.

 

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Regiões na Itália são fechadas
Imagem: Reprodução / Unsplash

Regiões na Itália são fechadas

A Itália registrou 35.505 novos casos e 445 mortes na quinta-feira, elevando o total de casos para 824.879 e as mortes para 40.192, segundo dados do ministério da saúde.

Esses números “não são um bom sinal”, disse Gianni Rezza, diretor do departamento de prevenção do ministério. “O vírus está circulando e temos que pará-lo”.

 

Paris anuncia regras mais rígidas

Na vizinha França, Paris também anunciou medidas mais rígidas, já que o país registrou um recorde de 58.046 novos casos na quinta-feira, de acordo com a agência de saúde francesa.

Além disso, o país tem o maior número de casos da Europa, com 1,6 milhão de infecções.

A partir de sexta-feira, delivery de comida e venda de bebidas alcoólicas estão proibidas em Paris entre 22h e 6h, disse a polícia.

“A segunda onda já está sobre nós e é brutal”, disse o ministro da Saúde da França, Olivier Véran, em entrevista coletiva na quinta-feira. Se o vírus continuar se espalhando nesse ritmo, ele disse que “a segunda onda pode ser pior e mais longa” que a primeira. Bem como pode levar “até meados de dezembro” para se estabilizar.

Véran exortou as pessoas a respeitarem o bloqueio nacional, ou enfrentariam “um alto risco de saturação” dos hospitais em meados de novembro.

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Fonte CNN

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