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Novo salário mínimo de 2026 é R$ 1.621: saiba quando cai na conta

O novo piso nacional impacta salários, aposentadorias do INSS e benefícios sociais
Escrito por Anny Malagolini
Publicado em
Quando será pago o novo salário mínimo de 2026
Foto: DCI

O Governo Federal aprovou o novo valor do salário mínimo de 2026, fixado em R$ 1.621,00. O reajuste impacta diretamente milhões de brasileiros, incluindo trabalhadores formais, aposentados do INSS e beneficiários de programas sociais como o BPC/Loas.

Apesar de o valor estar em vigor desde 1º de janeiro, o pagamento com o novo piso só começa a ser feito a partir de fevereiro. Entenda o motivo e quem recebe o reajuste.

Quando será pago o salário mínimo de 2026

O novo salário mínimo está valendo desde 1 de janeiro de 2026, mas o pagamento com o novo valor só será depositado a partir de fevereiro. Isso acontece porque o contracheque deste mês equivale aos dias trabalhados no período anterior. O mesmo vale para a aposentadoria e outros benefícios sociais.

Aqueles que recebem um salário mínimo ou o seguro-desemprego e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), por exemplo, vão receber R$ 1.621,00.

O piso salarial do Brasil afeta o abono salarial PIS/Pasep; benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS); Benefício de Prestação Continuada (BPC); seguro desemprego; seguro-defeso; e contribuições mensais dos Microempreendedores Individuais (MEIs).

Histórico do Salário Mínimo

Nos últimos anos, o salário mínimo brasileiro tem passado por reajustes anuais, visando manter o poder de compra dos trabalhadores e acompanhar a inflação.

1994* – R$ 64,79

1995 – R$ 100 (aumento de 42,8%)

1996 – R$ 112 (aumento de 12%; inflação do ano anterior: 22,4%)

1997 – R$ 120 (aumento de 7,1%; inflação do ano anterior: 9,5%)

1998 – R$ 130 (aumento de 8,3%; inflação do ano anterior: 5,2%)

1999 – R$ 136 (aumento de 4,6%; inflação do ano anterior: 1,6%)

2000 – R$ 151 (aumento de 11%; inflação do ano anterior: 8,9%)

2001 – R$ 180 (aumento de 19,2%; inflação do ano anterior: 5,9%)

2002 – R$ 200 (aumento de 11,1%; inflação do ano anterior: 7,6%)

2003 – R$ 240 (aumento de 20%; inflação do ano anterior: 12,5%)

2004 – R$ 260 (aumento de 8,3%; inflação do ano anterior: 9,3%)

2005 – R$ 300 (aumento de 15,4%; inflação do ano anterior: 7,8%)

2006 – R$ 350 (aumento de 16,6%; inflação do ano anterior: 5,6%)

2007 – R$ 380 (aumento de 8,5%; inflação do ano anterior: 3,1%)

2008 – R$ 415 (aumento de 9,2%; inflação do ano anterior: 4,4%)

2009 – R$ 465 (aumento de 12%; inflação do ano anterior: 5,9%)

2010 – R$ 510 (aumento de 9,6%; inflação do ano anterior: 4,3%)

2011** – R$ 540 (aumento de 5,3%; inflação do ano anterior: 5,9%)

2012 – R$ 622 (aumento de 14,1%; inflação do ano anterior: 6,5%)

2013 – R$ 678 (aumento de 9%; inflação do ano anterior: 5,8%)

2014 – R$ 724 (aumento de 6,7%; inflação do ano anterior: 5,9%)

2015 – R$ 788 (aumento de 8,8%; inflação do ano anterior: 6,4%)

2016 – R$ 880 (aumento de 11,6%; inflação do ano anterior: 10,6%)

2017 – R$ 937 (aumento de 6,4%; inflação do ano anterior: 6,3%)

2018 – R$ 954 (aumento de 1,8%; inflação do ano anterior: 2,9%)

2019 – R$ 998 (aumento de 4,6%; inflação do ano anterior: 3,7%)

2020 – R$ 1.045 (aumento de 4,1%; inflação do ano anterior: 4,3%)

2021 – R$ 1.100 (aumento de 5,2%; inflação do ano anterior: 4,5%)

2022 – R$ 1.212 (aumento de 10,1%; inflação do ano anterior: 10,1%)

2023 – R$ 1.302 (aumento de 7,43%; inflação do ano anterior: 5,9%)

2023 – R$ 1.320 (aumento de 8,91%; inflação do ano anterior: 5,9%)

2024 – R$ 1.412

2025 – R$ 1.518

2026 – R$1.621,00

Fonte: UOL Economia

Anny Malagolini é jornalista com ampla experiência em produção de conteúdo digital e SEO. Atuou em redações como Campo Grande News, Correio do Estado e Midiamax, faz a estratégia editorial do portal DCI, com foco em audiência orgânica e conteúdo de autoridade.