Diego Maradona morre aos 60 anos na Argentina

De acordo com informações do Clarín, o craque da seleção argentina não resistiu a parada cardiorrespiratória e morreu aos 60 anos

Considerado um dos maiores jogadores da história do futebol,  Diego Maradona morreu nesta quarta-feira (25). De acordo com o jornal argentino “Clarín”, Maradona sofreu uma parada cardiorrespiratório e não resistiu. O ex-jogador completou 60 anos no dia 29 de outubro. Saiba mais sobre a morte de Maradona.

O craque argentino passou por uma cirurgia no cérebro no início de novembro, e na manhã de hoje  sofreu um mal súbito. Ambulâncias foram acionadas à sua residência, na Argentina, mas não resistiu. A morte foi confirmada na TV pública do país no começo da tarde.

Trajetória de Diego Maradona

Diego Armando Maradona foi um importante jogador de futebol argentino que alcançou carreira internacional. O atleta, conhecido como “el pibe de oro” (em português o garoto de ouro), era considerado o maior rival de Pelé.

Maradona nasceu em Villa Fiorito (Buenos Aires) no dia 30 de outubro de 1960. Marcado por uma infância humilde, Maradona cresceu no subúrbio pobre de Buenos Aires e era filho de um operário.

O início da carreira no futebol aconteceu aos apenas nove anos, quando foi escalado para participar do time local chamado Los Cebollitas.

 

História no futebol – morte de Maradona

Quando tinha 15 anos, Maradona conseguiu garantir um lugar no futebol profissional jogando no time Argentino Juniors. No ano a seguir, já estreou na seleção nacional ao lado de grandes craques. O atleta foi o jogador mais jovem da história a vestir a camisa da seleção do seu país.

Em 1979, venceu o Mundial Sub-21. Em 1981, migrou para o Boca Juniors e lá venceu o seu primeiro título nacional. Logo, Maradona seguiu para uma carreira internacional e só voltou para o seu time favorito, o Boca, nos anos 90.

Carreira internacional de Diego Maradona

Em junho de 1982, Maradona assinou um contrato com o Barcelona. Na ocasião, essa foi a transferência de clube mais cara da história.

Dois anos mais tarde se mudou para Nápoles. Na cidade, Maradona tornou-se ídolo por ter ajudado a levar o pequeno clube a vencer o Scudetto e a Copa Itália. Em 1989, sua fama se eternizou de vez quando o jogador brilhou no time que alcançou a sua primeira conquista europeia.

Mais para o final da carreira, Maradona regressou à Espanha, dessa vez para servir o Sevilha.

A mão de Deus

Foi durante a Copa do Mundo de 1986 que Maradona protagonizou uma das cenas mais peculiares da sua carreira. O jogador marcou um gol com a mão que entrou para a história batizado de “mano de Dios”.

O vício

Maradona chegou a ser pego no dopping algumas vezes. A primeira ocorrência aconteceu em 1991 enquanto jogava no Nápoles. Após o exame ter apontado uso de cocaína, o jogador foi punido com três meses de suspensão.

Novamente pego em um exame, no mesmo ano, foi repreendido outra vez, dessa vez com 15 meses de suspensão. O vício foi um dos grandes empecilhos da sua carreira. O jogador também foi condenado pelo uso de efedrina, uma substância estimulante, durante a Copa do Mundo dos Estados Unidos (1994). Como punição, ele foi expulso da competição.

Maradona fez um tratamento de reabilitação (desintoxicação) em Cuba entre 2000 e 2005.

Resumo da carreira como jogador

  • Maradona participou de 692 jogos, marcou 358 gols e se aposentou quando tinha 37 anos.
  • Com a seleção argentina, enquanto jogador, Diego disputou quatro campeonatos mundiais (1982, 1986, 1990, 1994).
  • O atleta argentino sempre foi considerado o maior rival de Pelé.

Treinador

Em 2008 Maradona regressou à seleção, dessa vez como treinador. Ele chegou a treinar a Argentina na fase de qualificação para o mundial da África do Sul.

A seleção acabou por ir para a Copa, mas foi logo eliminada. Esse foi o fim de Maradona, que deixou o cargo de treinador nacional em 2010.

Maradona chegou a atuar como treinador da seleção argentina. Como professor, Maradora também atuou no Al-Fujairah, time dos Emirados Árabes Unidos. O ex-jogador foi também presidente do Conselho Estratégico do Dínamo Brest, time da Bielorrússia.

Em paralelo com o cargo de Presidente do Conselho, Maradona assumiu um novo posto de trabalho. Em setembro de 2018, assinou contrato para ser treinador do time Dorados de Sinaloa, clube da segunda divisão do México.

Acompanhe as notícias sobre a morte de Maradona no DCI.

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