Bitcoin cai 30%, mas ganha força e recupera US$ 10 mil em valor

Em apenas 24 horas mercado de criptomoedas viveu um dia de montanha-russa com queda em peso

O bitcoin e o resto do mercado passaram por uma montanha-russa nas últimas 24 horas. O BTC despencou para seu nível mais baixo desde janeiro, valendo US$ 30.000 para durante o dia recuperar US$ 10.000 de seu valor menos de 24 horas. As altcoins também foram impactadas pela queda do Ethereum para menos de US$ 2.000, o BNB caindo abaixo de US$ 300 e outras perdas de mais criptomoedas.

Após a queda em peso, os touros assumiram o comando e recuperaram quase todas as perdas, já que o BTC era negociado em torno de US$ 40.000 (R$ 210 mil no Brasil). Essas flutuações ampliadas geraram perdas substanciais aos investidores, uma vez que as liquidações ultrapassaram US$ 8 bilhões em 24 horas.

O que é Bitcoin e para o que serve

O bitcoin é uma moeda digital que funciona de forma independente, sem uma entidade central. Uma das tecnologias por trás do bitcoin é o blockchain, banco de dados distribuído nos computadores que participam da rede. Como o sistema é descentralizado e não é controlado, não há como censurar ou reverter transações, ao contrário do sistema financeiro tradicional.

Assim como qualquer outro ativo, incluindo ouro, ações de empresa ou imóveis, o bitcoin tem seu valor ditado exclusivamente pela oferta e demanda do mercado. Dessa maneira, é impossível prever como estará esse equilíbrio ao longo do tempo.

Ao contrário do mercado de renda fixa, onde há uma previsibilidade de retornos, nas moedas, commodities e renda variável, a flutuação da cotação é livre. Isso significa que a expectativa de valorização depende do número de interessados, ou seja, a adoção do bitcoin como reserva financeira ou meio de transação.

Nesse sentido, existem diversas teorias que indicam o potencial de valor das criptomoedas. Algumas falam que a escassez, medida pela quantidade anual emitida frente ao estoque disponível, é que determina o valor justo. Enquanto isso, há quem diga que o custo de mineração deve servir como base para a precificação.

Uma das dúvidas mais comuns dos investidores iniciantes nesse mercado é como transformar novamente o bitcoin em reais, de forma a sacar para a conta bancária. Primeiro, é importante lembrar que nas criptomoedas os usuários são livres para negociar entre si.  Com o intuito de reduzir riscos surgiram as exchanges, que funcionam de maneira semelhante às corretoras tradicionais, assegurando que comprador e vendedor recebam o que foi combinado.

Para evitar golpes e riscos ao comprar bitcoin, deve-se ter cuidado ao escolher a exchange para compra e venda de bitcoin.
No Brasil, a ABCripto, Associação Brasileira de Criptoeconomia, reúne as principais exchanges do setor no país: Mercado Bitcoin, Foxbit, Novadax e BitBlue, todas em conformidade com as leis e regulamentos do país.

Quanto vale a criptomoeda Bitcoin

O bitcoin inaugurou uma nova era na economia global, trazendo um novo paradigma tecnológico que vários empreendedores e desenvolvedores utilizaram e utilizam para criar projetos e modelos de negócio envolvendo a tecnologia na qual as criptomoedas são baseadas: o blockchain.

Esses projetos são chamados de altcoins, em referência ao fato de serem moedas “alternativas”. Todas as moedas que não são o bitcoin são chamadas de altcoins. Até hoje, mais de 5 mil altcoins já foram lançadas, com os mais variados objetivos e tecnologias aplicadas.

Criptomoedas mais conhecidas

Bitcoin
Litecoin
Ethereum
Tether
XRP
Polkadot
Wrapped Bitcoin
Bitcoin Cash
Ripple
Monero
Dash
Stellar
Cardano
USD Coin
Synthetix Network Token
Siacon
Tron
Chainlink
EOS
Binance Coin
NEM
Bitcoin SV
Network Token

Altcoins: conheças as criptomoedas alternativas

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